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Dois meses após anunciarem o término do relacionamento, Belo e Gracyanne Barbosa voltaram a morar juntos na mesma residência no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 18, pelo colunista Leo Dias.


De acordo com Dias, o casal estaria ensaiando uma reconciliação, motivo pelo qual optaram por dividir novamente o mesmo teto.


A notícia vem à tona um dia após Gracyanne Barbosa afirmar em suas redes sociais que a relação com Belo ainda não havia chegado ao fim definitivo. "O amor não acabou! E se existe amor, pode existir recomeço. Às vezes, só precisamos de um tempo, pra colocar a vida, o coração e os pensamentos 'em dia'", declarou a influenciadora.


Em abril de 2024, o fim do casamento de 16 anos entre Belo e Gracyanne foi anunciado pelo jornalista Leo Dias, após rumores do suposto envolvimento da musa fitness com o personal trainer Gilson Oliveira.





A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu por unanimidade nesta terça-feira (18) a favor da abertura de ação penal contra os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão sob acusação de serem os mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), em março de 2018.


Todos os cinco ministros do colegiado acompanharam o voto do relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes. Ele também defendeu que se tornem réus o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe de Polícia Civil, os policiais militares Robson Claixto, o Peixe, e Ronald Pereira, sob acusações de auxiliarem no planejamento do crime.


Moraes é o relator do inquérito que investigou os mandantes do crime. Ele homologou o acordo de colaboração firmada de Ronnie Lessa, executor do crime. A delação premiada do ex-PM é a base para a acusação feita pela PGR (Procuradoria-Geral da República).


Acompanharam Moraes os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Carmen Lúcia, membros da Primeira Turma do STF.


Segundo a Procuradoria, os irmãos Brazão decidiram matar a vereadora para impedir que ela continuasse a prejudicar os interesses da família em práticas de grilagem de terras. O crime seria, segundo a denúncia, o ápice das desavenças entre a família e integrantes do PSOL.


Moraes afirmou que a denúncia contém os indícios mínimos necessários para o recebimento da denúncia. Ele afirmou que caberá ao Ministério Público ampliar a comprovação em relação às acusações para que haja a condenação dos acusados.


"Há 17 tópicos específicos que, comparando com a delação [de Lessa], dão sustentáculo para que o Ministério Público possa trazer ao STF a denúncia e tenha a possibilidade, com o recebimento da denuncia, comprovar que esse elementos indiciários podem levar à condenação. Se não houver, teremos a absolvição, como é de praxe", afirmou o ministro.


O relatório da PF não apresenta provas que confirmem os encontros com os irmãos Brazão relatados na delação do Lessa. As evidências sequer estabelecem uma vinculação entre os dois e Rivaldo Barbosa.


O documento relata tentativas frustradas de ratificar a colaboração do ex-PM com provas independentes. A PF atribui as dificuldades na corroboração aos seis anos já passados do crime. Aponta também como empecilho o envolvimento de policiais capazes de encobrir rastros e dificultar as investigações.


Moraes, porém, considerou que a denúncia não está fundamentada apenas na delação de Ronnie Lessa.


"Se os indícios de autoria vão ser confirmados durante a ação penal, é para isso que temos o contraditório e a ampla defesa. Da leitura da denúncia e das provas juntadas pelo Ministério Público, verifica-se que a PGR expôs de forma compreensível de todos os requisitos", disse o ministro.


A delação de Lessa foi alvo de ataque das defesas na tribuna antes do voto.

O advogado Roberto Brzezinski Neto, que defende Domingos Brazão, criticou a falta de corroboração das declarações de Lessa em sua colaboração.


"É inacreditável que não se tenha prova de nenhum dos três encontros", disse ele.

"Não se tem prova da entrega e devolução da arma. Quem acredita que um sicário profissional iria pedir a arma para o mandante e aceitar a devolução da arma ao mandante. O risco que ele não correria dessa arma ser descoberta."


O advogado Marcelo Ferreira, que representa Rivaldo, afirmou que a única nova informação produzida pela PF após a investigação da Polícia Civil sobre o homicídio foi a "discutida e controvertida colaboração premiada de Ronnie Lessa, que muito mais confundiu que esclareceu".


"Ronnie Lessa disse exatamente o que a PF queria ouvir. Ele conduziu a Polícia Federal como um boiadeiro conduz a boiada", afirmou o advogado de Rivaldo.


Moraes também negou o pedido das defesas para retirar o caso do STF,, sob alegação de que os crimes listados na denúncia não têm relação com o mandato de Chiquinho Brazão.


O ministro citou o fato da suposta organização criminosa ser um crime permanente, incluindo o período de mandato de Chiquinho (a partir de 2019). Afirmou também que a investigação por obstrução da investigação prescinde de poder de influência conferida pelo cargo.


"Não há possibilidade de obstruir se não houver poder de influência, a possibilidade de influenciar. Há nexo funcional entre o desempenho do mandato parlamentar e o que lhe é imputado como obstrução e própria natureza do crime de organização criminosa", afirmou Moraes.


O advogado Roberto Brzezinski Neto, que defende Domingos Brazão, afirmou que o STF não tem competência para julgar o caso.


"Em nenhum momento, a PGR narrou um nexo causal entre o exercício do mandato de deputado e o fato imputado. Não há na narrativa nada que ligue o mandato ao crime de organização criminosa", disse ele. Folhapress




No início desta terça-feira (18), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou 50 tabletes com substância análoga à maconha ao fiscalizar um veículo no km 830 da BR-116, em Vitória da Conquista.


A apreensão faz parte da Operação Conatus, que tem como objetivo principal reforçar as ações de policiamento para combater o tráfico de drogas e de armas, além de crimes conexos nos principais corredores logísticos do país.


Durante os procedimentos de fiscalização, o cão farejador Kaleo indicou a presença de substância ilícita em duas caixas que estavam no automóvel, onde foram localizados os 50 tabletes de maconha, pesando aproximadamente 50 kg.


Os motoristas, que vinham de São Paulo (SP) em direção a Nova Olinda (CE) alternando a condução do automóvel, informaram que as caixas eram encomendas e que receberiam um valor em dinheiro pelo transporte.


Diante da identificação do crime de tráfico de drogas, os homens e o material ilícito apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil local para aplicação das medidas legais cabíveis. Foto/Fonte:PRF



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