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Fotos: Reprodução / TV Bahia / Bahia Notícias
Fotos: Reprodução / TV Bahia / Bahia Notícias

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e tornou réu Thierry Lima da Silva, que confessou ser o autor do triplo homicídio que chocou a cidade de Ilhéus, no sul do estado.


A decisão, divulgada nesta terça-feira (20), também determinou a prisão preventiva do acusado, que já se encontrava detido por tráfico de drogas.


As vítimas — Alexsandra Oliveira Suzart, 45 anos, Maria Helena do Nascimento Bastos, 41, e sua filha Mariana Bastos da Silva, 20 — foram encontradas mortas com marcas de facadas no dia 16 de agosto de 2025.


Os corpos estavam em uma área de mata na Praia dos Milionários, após as mulheres desaparecerem durante um passeio com o cachorro da família.


O inquérito policial foi concluído em dezembro do ano passado. Em depoimento, o réu afirmou ter agido sozinho que o crime ocorreu durante uma tentativa de assalto. O caso segue em segredo de Justiça e a informação foi revelada pelo portal G1.

 

Imagem de manifestação contra os três assassinatos | Foto: Reprodução / Redes Sociais 


Embora exames periciais do Departamento de Polícia Técnica (DPT) não tenham identificado material genético do suspeito nas unhas ou partes íntimas das vítimas, a Polícia Civil fundamentou o indiciamento com base em análises de câmeras de segurança, oitivas e diligências de campo.


As investigações apontam que as vítimas moravam próximo ao local do crime e foram abordadas enquanto caminhavam pela areia. O assassinato das três mulheres motivou diversos protestos por justiça na região ao longo dos últimos meses.


 
 
Foto Representação Youtube
Foto Representação Youtube

O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), o médico Otávio Marambaia, avaliou os resultados dos cursos de medicina da Bahia no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).


Em entrevista ao Podcast Saúde 360°, apresentado por Christina Miranda e Stephanie Suerdieck e hospedado no Bahia Notícias, nesta terça-feira (20), o presidente da entidade afirmou que as faculdades abaixo da média “tem que ser fechadas”. 

 

Segundo a publicação do Ministério da Educação nesta segunda-feira (19), apenas 4 das 25 instituições baianas de formação médica obtiveram nota máxima no Exame, que avalia os cursos com notas de 0 a 5. Outras 12 ficaram abaixo da média de avaliação, com notas 2 ou 1, indicando baixa eficiência na formação. 

 

Otávio diz que "eu não acredito no Ministério da Educação, ele fez a prova esperando que o resultado fosse diferente, tanto que eles já estão dizendo que como foi a primeira [edição do Enade apenas para Medicina], nós vamos dar uma chance”. 

 

Como representante de uma das principais entidades médicas do Brasil, ele destaca que medidas mais sérias devem ser tomadas. “Não é a primeira [prova], isso já estava previsto. É o tipo da situação não tem volta, essas faculdades têm que ser fechadas". 

 

"Vamos lidar com vidas, lidar com o ser humano. É preciso que haja um profissional extremamente qualificado”, completa. 

 

Durante a entrevista, ele explica que esse cenário já foi anunciado por especialistas anteriormente.


"Como João no deserto, a gente vem pregando que a qualidade [dos cursos de Medicina no Brasil] é ruim, não tem como ser boa, porque você não tem condições de formar professores em quantidade suficiente para o número de estudantes que estão nessas faculdades criadas. Não tem como [suportar], não há mágica", afirma. 

 

Marambaia garante que a humanização dos cursos é o maior déficit da formação médica atual. "Outra coisa é o campo de estágio. Eu aprendi a medicina com o paciente. Eu tinha que ler, tinha que estudar, mas era seu Zezinho, dona Joaninha que estavam no leito, na minha frente no ambulatório que me permitiam entender o ser humano. Sem isso, não tem como fazer medicina", sucinta. 

 

O gestor ainda cita que a maior parte das faculdades e universidades reprovadas são particulares que não possuem estrutura física e técnica para suportar um hospital universitário ou campo próprio de estágio. "90% dessas escolas não tem campo de estágio próprio porque é caro. Fazer um hospital universitário é caro e esse pessoal visa lucro", completa. BN


 
 
Foto Reprodução
Foto Reprodução

A família de Daniel Vorcaro, banqueiro do Banco Master acusado de orquestrar um esquema fraudulento envolvendo fundos de investimento, aparece como investidora de um projeto bilionário de créditos de carbono realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro no mercado.

 

Documentos obtidos pela Folha de S.Paulo indicam que os Vorcaro participam desde a origem do plano de explorar créditos de carbono em uma área da Amazônia, por meio de alavancagem financeira com fundos administrados pela Reag.


Créditos de carbono são certificados comprados por empresas para compensar emissões. Projetos como restauração florestal e energia limpa podem gerar esses créditos conforme a quantidade de gases que deixam de ser emitidos ou são removidos da atmosfera.


Segundo a reportagem, dois fundos sob gestão da Reag tiveram o patrimônio reavaliado após duas empresas das quais eram acionistas serem valorizadas em mais de R$ 45,5 bilhões com base em unidades de carbono atribuídas a uma área pública da União na Amazônia, o que seria irregular. O caso é descrito como um dos maiores escândalos do setor.


A ligação entre o projeto e a família Vorcaro aparece por meio da empresa Alliance Participações, conforme contratos e laudos obtidos pela reportagem.


A Alliance, uma sociedade anônima de capital fechado, é controlada por Henrique Moura Vorcaro, presidente da companhia, e por Natália Bueno Vorcaro Zettel, diretora e esposa de Fabiano Zettel, que foi alvo de operação na semana passada. Henrique e Natália são, respectivamente, pai e irmã de Daniel Vorcaro, que nega envolvimento no negócio de carbono.


Em agosto de 2022, um Contrato de Opção de Compra e Venda foi firmado entre a Alliance, o fazendeiro Marco Antônio de Melo, que aparece como proprietário da área, e José Antônio Ramos Bittencourt, que atuou como intermediário.


Pelo acordo, a Alliance teria passado a deter 80% das unidades de carbono associadas à Fazenda Floresta Amazônica, em Apuí (AM), enquanto Bittencourt ficaria com 20%. Em seguida, o projeto foi estruturado para ser incorporado a fundos administrados pela Reag.


Em 2023, com o acordo formalizado, as operações transformaram a estimativa de 168,872 milhões de unidades de estoque de carbono do território em cotas de fundos. Bittencourt recebeu participação como pagamento, ficando com 2,5% do fundo New Jade 2 e 7,5% do fundo Biguaçu, ambos da Reag.


O arranjo incluiu ainda a possibilidade de quitação por meio de tokens de carbono — espécie de registro digital vinculado a promessas de créditos ambientais — e outros ativos. O contrato prevê que Marco Antônio de Melo seria remunerado por cotas e tokens, mas não detalha percentuais nem quais fundos seriam usados.


De acordo com a reportagem, o carbono atribuído à Alliance teria sido transferido para a Global Carbon e a Golden Green, empresas associadas à estrutura que inflou o patrimônio de fundos da Reag.


Investigadores apuram se esses fundos foram usados para desviar dinheiro do Master e retroalimentar uma estrutura financeira que ampliaria o patrimônio do banco, permitindo à instituição seguir captando recursos no mercado por meio de CDBs.


No caso dos créditos de carbono, a apuração destaca que a valorização bilionária teria como base unidades de “estoque de carbono” descritas como estimativas, sem referência de mercado transparente ou preço público. Ainda assim, essas estimativas teriam sido usadas para estruturar fundos e reorganizações societárias.


Como já mostrou a Folha, Golden Green e Global Carbon passaram a ser avaliadas em R$ 14,5 bilhões e R$ 31 bilhões, respectivamente, mesmo sem vender um único crédito. A reportagem aponta que esses valores não representavam dinheiro disponível aos cotistas, mas ajudavam a inflar um patrimônio contábil, capaz de sustentar operações de crédito e alimentar a cadeia de fundos.


A área que embasaria o projeto, segundo documentos citados pela Folha, é uma terra pública da União, destinada à reforma agrária e impedida de negociação por terceiros. Ainda assim, auditorias teriam chancelado operações fundamentadas nos valores informados pelas próprias empresas, sem checagem material sobre a capacidade real de gerar créditos.


A Golden Green tem como investidor o fundo Jade, e a Global Carbon, o fundo New Jade 2. Ambos são administrados pela Reag e estão sob investigação na Operação Carbono Oculto, que apura suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC.


O New Jade 2, segundo a reportagem, está no fim de uma cadeia que começa no Hans 95, um dos fundos apontados como fraudulentos pelo Banco Central no caso Master.


Procurados, Henrique Moura Vorcaro e Natália Bueno Vorcaro Zettel afirmaram, por meio de advogados, que não têm envolvimento em operações ilícitas ou irregulares e que atuam de boa-fé e de acordo com normas de governança.


Daniel Vorcaro disse que “o Banco Master e seu controlador não participam da gestão, da administração, da precificação ou da modelagem técnica dos fundos mencionados, tampouco das companhias citadas que têm projetos vinculados a créditos de carbono”.


A defesa do banqueiro afirmou que “as atividades, estimativas e valores declarados nos balanços dessas empresas são de responsabilidade exclusiva das respectivas gestoras e dirigentes”.


José Bittencourt, intermediário do negócio, disse que o projeto foi interrompido ainda na fase pré-inicial após consultoria especializada apontar questões fundiárias.


Ele citou a existência de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em andamento junto ao Incra para tentar resolver a titularidade da área e afirmou que “nunca teve contato com Daniel Vorcaro”. A Reag declarou que não comentará o assunto. O fazendeiro Marco Antônio de Melo não respondeu aos pedidos de esclarecimento. Folhapress


 
 
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