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Foto: Alexandre Loureiro/COB
Foto: Alexandre Loureiro/COB

O Ministério do Esporte abriu nesta segunda-feira (19) as inscrições para o programa Bolsa Atleta 2026, uma das principais políticas públicas de incentivo ao esporte de alto rendimento no país.


O benefício é concedido mensalmente, pelo período de até um ano, a atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos, além das categorias internacional, nacional, de base e estudantil.


De acordo com edital publicado no Diário Oficial da União, os interessados podem se inscrever entre 19 de janeiro e 6 de fevereiro de 2026, por meio do sistema oficial do programa.


A lista preliminar dos atletas contemplados deve ser divulgada entre os dias 23 e 27 de março, enquanto o resultado final está previsto para até o fim de abril.


Para a seleção, serão considerados os resultados esportivos obtidos ao longo de 2025, desde que reconhecidos oficialmente pelo Ministério do

sporte.

O processo inclui inscrição, análise da documentação, definição de prioridades conforme o orçamento disponível e assinatura do Termo de Adesão. O Bolsa Atleta prevê pagamentos mensais por até 12 meses, contribuindo para a manutenção e o desenvolvimento da carreira esportiva dos beneficiados. g1


 
 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli determinou o bloqueio dos bens do empresário Nelson Tanure no âmbito das investigações sobre o extinto Banco Master.


A medida equipara o valor do bloqueio ao solicitado contra Daniel Vorcaro, apontado como controlador do banco, e foi motivada por indícios de que Tanure atuaria como sócio oculto, exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas, segundo apuração da Polícia Federal (PF) e manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). As informações são do Brasil 247.


Tanure negou qualquer vínculo com o Banco Master, afirmando que “não fui nem sou controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente”.


Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em 14 de janeiro, durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes envolvendo fundos de investimento ligados ao banco. A operação resultou no sequestro e bloqueio de aproximadamente R$ 5,7 bilhões em bens.


O caso se soma a uma trajetória empresarial marcada por controvérsias, incluindo participações em empresas como Prio, Gafisa, Light, Dia e Alliança Saúde, além de passagens por Oi, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil.


A decisão do STF reflete a urgência de resguardar valores relacionados às investigações sobre fraudes no Banco Master e reforça a atuação da Justiça em casos envolvendo sócios ocultos e estruturas societárias complexas.


 
 

O Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão assinada pelo ministro Flávio Dino, na sexta-feira (16), determinou ao Governo Federal a apresentação, em até dez dias úteis, de um novo plano de auditoria das emendas parlamentares destinadas à saúde.


A medida, que ocorre no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, substitui a proposta anterior do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), que previa conclusão apenas em 2027.

 

Dino considerou o cronograma inicial “demasiado largo” e defendeu a finalização das auditorias ainda no atual mandato do Poder Executivo Federal.


O relator destacou que os recursos das emendas na área da saúde saltaram de R$ 5,7 bilhões, em 2016, para R$ 22,9 bilhões em 2023, chegando a R$ 26,3 bilhões em 2025. “Sem controles e auditorias jamais haverá o adequado cumprimento das determinações da Constituição quanto à transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares”, afirmou.

 

Paralelamente, o ministro exigiu que a União apresente em 30 dias um plano emergencial para recompor a força de trabalho do Denasus. Entre 2001 e 2025, o órgão perdeu cerca de 50% de seus servidores, redução que, segundo Dino, “custa muito mais caro ao país, em razão da degradação da quantidade e qualidade das auditorias quanto à aplicação de centenas de bilhões de reais de dinheiro público”.

 

Em outro despacho da mesma ação, Dino deu cinco dias para a Advocacia-Geral da União (AGU) prestar informações completas sobre o uso de emendas em projetos ligados ao Programa Emergencial da Retomada do Setor de Eventos (Perse).

 

DENASUS


DenaSUS é um órgão de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Saúde. É responsável pela auditoria interna do SUS, por meio de uma avaliação independente e objetiva das políticas públicas de saúde e da aplicação dos recursos federais executados no âmbito do SUS, conforme competências estabelecidas pelo Decreto nº 11.798, de 28 de novembro de 2023.

 

PERSE


Perse é o “Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos”. É destinado ao setor de eventos e foi criado em 2021 para compensar os efeitos das medidas de isolamento necessárias para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Agência Brasil



 
 
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