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Foto:Divulgação
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O governo do Estado inaugura, neste sábado (24), às 8h, no município de Maracás, a 100ª unidade escolar construída no novo padrão, que inclui salas climatizadas, teatro, biblioteca, laboratórios, quadra poliesportiva e outros equipamentos.


O Colégio Estadual de Tempo Integral Iracy Marlene da Hora Passos contou com o investimento total de R$ 34,3 milhões e será entregue em uma cerimônia que contará com a presença do governador Jerônimo Rodrigue e da secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, além de estudantes, professores, funcionários, autoridades e pessoas da comunidade.


O novo padrão das edificações conta com uma infraestrutura moderna voltada para facilitar a educação em tempo integral e a melhoria da aprendizagem.


No caso do Colégio Estadual de Tempo Integral Iracy Marlene da Hora Passos, foram construídas 24 salas, quatro laboratórios, sala multifuncional, biblioteca, administrativo, teatro (200 lugares), restaurante estudantil (200 lugares), vestiário, campo de futebol society com pista de atletismo, quadra poliesportiva coberta com arquibancada e guarita.


De 2023 a 2025, o Governo do Estado já investiu R$ 20,3 bilhões na Educação Básica e na Educação Superior. Em relação à infraestrutura escolar, no mesmo período foram aplicados R$ 9,7 bilhões em obras de construção e de reformas e ampliações escolares. Deste total, R$ 2 bi foram investidos nas 100 escolas de novo padrão.


 
 
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A Receita Federal rebateu, na noite desta quinta-feira (22), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta elevação da tributação sobre professores em razão do reajuste do piso salarial do magistério.


Segundo o órgão, as alegações ignoram as regras legais de apuração do imposto e levam à conclusão equivocada de que os profissionais da educação passariam a pagar mais IR após o aumento salarial.

 

Em nota, o Fisco destaca que a reforma do Imposto de Renda faz com que mais contribuintes deixem de pagar IR e outros passem a pagar menos, tornando a tributação mais progressiva.


Sancionada no fim do ano passado, a Lei 15.270/2025 ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e reduziu o imposto devido sobre rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350.


"Não procede a afirmação de que o reajuste do piso do magistério levaria automaticamente os professores a pagar mais Imposto de Renda. Os profissionais da educação são diretamente beneficiados pela redução prevista na Lei nº 15.270/2025", destacou a Receita no comunicado. 


De acordo com a Receita, a categoria está entre as diretamente beneficiadas pelas novas regras.


Em 2025, com o piso salarial de R$ 4.867,77, um professor pagava cerca de R$ 283,14 por mês de Imposto de Renda retido na fonte, considerando o desconto simplificado. Já em 2026, com o piso reajustado para R$ 5.130,63, esse mesmo profissional passará a pagar aproximadamente R$ 46,78 mensais de IR.


Segundo o Fisco, o efeito combinado do reajuste salarial e da redução do imposto garante ganho real no salário líquido, ao mesmo tempo em que corrige distorções na tributação sobre a renda dos profissionais da educação. Agência Brasil


 
 
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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (23) a Operação Barco de Papel, no âmbito das investigações que apuram possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master.


A ação tem como alvos diretores do Rioprevidência, fundo responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores inativos do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo informações obtidas pela GloboNews, o Rioprevidência teria aplicado quase R$ 1 bilhão em operações financeiras com o Banco Master.


De acordo com a PF, a investigação teve início em novembro e analisa operações realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024.


“A investigação, iniciada em novembro, visa apurar um conjunto de 9 operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões de recursos pertencentes à autarquia em Letras Financeiras emitidas por banco privado”, declarou a PF.


Para os investigadores, há indícios de que essas aplicações expuseram o patrimônio público a riscos elevados.“Apura-se a suspeita de operações financeiras irregulares que expuseram o patrimônio da autarquia a risco elevado e incompatível com sua finalidade”, declarou a PF.


Nesta fase da operação, agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal. O material apreendido deve auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de eventuais responsabilidades. Metro1


 
 
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