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Foto : Reprodução
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Quem faz compras mensais em redes de atacarejo e grandes supermercados vai perceber mudanças mais claras ao longo de 2026. Não se trata de novas leis, mas de uma fiscalização bem mais rigorosa sobre regras que já existiam — e que agora começam, de fato, a ser cobradas no dia a dia.


As normas que tratam da exibição de preços já estão em vigor há anos, mas ganharam força diante do aumento das reclamações de consumidores. A tendência agora é de uma atuação mais padronizada em todo o país, com menos tolerância para erros.


Na prática, isso pressiona grandes redes a corrigirem falhas rapidamente. Situações que antes passavam batidas, como etiquetas desatualizadas, podem resultar em punições mais ágeis, incluindo multas e restrições em promoções.


Diferença no preço? Consumidor ganha respaldo


Uma das principais garantias é a que envolve divergência de valores. Se o preço mostrado na prateleira for diferente do registrado no caixa, o consumidor tem direito de pagar o menor valor. Embora essa regra já existisse, a novidade é que ela tende a ser cumprida com mais freqüência devido à fiscalização mais ativa.


Além disso, outros pontos passam a ser observados com mais atenção:

Etiquetas devem trazer o preço por unidade de medida, facilitando a comparação

Promoções com limite por cliente precisam informar claramente essa condição

Ofertas típicas de atacarejo devem indicar a quantidade mínima exigida

Produtos próximos do vencimento precisam estar devidamente sinalizados.


Mais transparência nas compras


Para o consumidor, especialmente quem depende dessas redes para economizar, a clareza nas informações ajuda a tomar decisões mais conscientes. Saber quanto custa o quilo ou o litro de um produto, por exemplo, evita confusão entre embalagens de tamanhos diferentes.


Outra mudança prática é o fortalecimento da própria reclamação no local. Guardar comprovantes ou registrar ofertas pode fazer diferença na hora de exigir correção imediata.


O que fazer na hora da compra


Alguns cuidados simples já ajudam a aproveitar melhor esse cenário: conferir os preços antes de pegar o produto, revisar o cupom fiscal ainda dentro da loja e questionar qualquer cobrança incorreta na hora.


Caso o problema não seja resolvido, o registro em órgãos de defesa do consumidor continua sendo o caminho mais indicado. Fonte: A Tarde.


 
 
© Shutterstock
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A Meta divulgou os resultados financeiros do último trimestre e também aproveitou para apresentar seus planos de continuar investindo no desenvolvimento de Inteligência Artificial.

 

Segundo o site Gizmodo, a empresa pretende gastar um total de 145 bilhões de dólares ao longo de 2026, valor significativamente maior do que o registrado no ano anterior, quando as despesas chegaram a 72 bilhões de dólares.


Mesmo com um aumento de 33% na receita no último trimestre, o anúncio sobre os investimentos em Inteligência Artificial impactou o valor das ações da companhia.


Ainda assim, Mark Zuckerberg não demonstrou preocupação e reforçou sua “confiança neste investimento”.


Além de destacar a importância da Inteligência Artificial para o futuro da Meta, ele explicou o aumento dos gastos em relação ao ano passado citando o “aumento nos custos dos componentes, particularmente nos preços de memória”.


A cautela dos investidores está ligada principalmente à aposta anterior da empresa no metaverso, que, após consumir dezenas de bilhões de dólares, acabou sendo parcialmente abandonada.


Em 2026, a Meta iniciou demissões na divisão Reality Labs e passou a direcionar seus esforços para a Inteligência Artificial, especialmente na área chamada Meta Superintelligence Labs.


A Meta também informou que registrou lucro de 26,77 bilhões de dólares (22,93 bilhões de euros) no primeiro trimestre, um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionado pela publicidade em suas redes sociais.


Dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, a empresa alcançou uma receita trimestral de 56,31 bilhões de dólares (48,24 bilhões de euros), representando alta de 33% na comparação anual, impulsionada pelo aumento no número de anúncios exibidos e nos preços cobrados.


“Tivemos um trimestre recorde, com um forte impulso nas nossas aplicações e o lançamento do nosso primeiro modelo da Meta Superintelligence Labs”, afirmou Zuckerberg em comunicado, destacando os avanços em IA.


O número de usuários ativos diários chegou a 3,56 bilhões em março, alta de 4% em relação ao ano anterior, apesar de uma leve queda frente ao trimestre anterior, causada por “interrupções na internet no Irã” e restrições ao WhatsApp na Rússia.


Para o próximo trimestre, a Meta projeta receita de pelo menos 58 bilhões de dólares e manteve a previsão de custos anuais entre 126 bilhões e 169 bilhões de dólares, elevando, no entanto, a estimativa de investimentos em infraestrutura. Noticias ao Minuto


 
 
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As novas regras de segurança do Pix, definidas pelo Banco Central, estão em vigor. As medidas buscam reduzir fraudes, golpes e casos de coerção, com mecanismos mais eficientes de rastreamento e bloqueio de valores.


A principal mudança é a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), agora obrigatória para todas as instituições financeiras. Com a versão 2.0, o sistema passa a rastrear o dinheiro em até cinco níveis de transferências, permitindo o bloqueio não apenas da conta inicial, mas também de contas subsequentes usadas para dispersar os valores.


A expectativa do Banco Central é aumentar a taxa de recuperação de recursos e diminuir o sucesso das fraudes. Estimativas apontam que as mudanças podem reduzir em até 40% os golpes bem-sucedidos.


O MED só pode ser acionado em casos de fraude, suspeita de fraude ou erro operacional das instituições. Não se aplica a transferências feitas para destinatários errados por falha do usuário.


Outra novidade é o bloqueio cautelar, que permite às instituições reter preventivamente valores recebidos via Pix por até 72 horas diante de acusações de irregularidade. Se uma fraude for confirmada, o reembolso deverá ocorrer em até 11 dias, período em que os recursos permanecem bloqueados.


PIX: principais mudanças


  • Adoção obrigatória do MED 2.0 por todas as instituições que operam o Pix;


  • Rastreamento de valores em até cinco níveis de contas;


  • Possibilidade de bloqueio cautelar por até 72 horas;


  • Prazo de até 11 dias para devolução em caso de fraude confirmada;


  • Disponibilização de botão de contestação em aplicativos bancários;


  • Compartilhamento de informações entre instituições para facilitar bloqueio e restituição.


Em caso de golpe, a orientação é contestar a transação imediatamente pelos canais oficiais do banco. A instituição de origem comunica a recebedora em até 30 minutos, os valores são bloqueados para análise e, se a fraude for confirmada, devoluções à vítima. Caso contrário, o dinheiro é liberado ao destinatário. AratuOn


 
 
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