
Durante uma revista prisional programada realizada neste sábado (17), no Conjunto Penal de Irecê (CPIr), policiais penais localizaram um papel manuscrito com regras atribuídas à facção criminosa BDM, conhecido como “Mandamentos do BDM”.
O material foi encontrado oculto em uma das celas da Galeria C, durante uma operação coordenada pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), com apoio da Polícia Militar, por meio da CIPE/Semiárido.
De acordo com informações da unidade prisional, o documento continha anotações que estabeleciam normas internas, condutas e ordens impostas aos detentos, indicando tentativa de organização e controle interno por parte da facção criminosa, mesmo dentro do sistema prisional.
Além do papel com os chamados “mandamentos”, a revista também resultou na apreensão de cerca de 30 armas artesanais perfurocortantes, confeccionadas com lâminas improvisadas, pedaços de madeira, escovas adaptadas, fios e fitas.
Todo o material foi recolhido, catalogado e registrado, ficando à disposição da autoridade competente para investigação e adoção das medidas legais cabíveis.
Após a ação, os internos foram realocados de forma ordenada, e a rotina da unidade foi restabelecida sem registro de intercorrências.
A SEAP reforçou que operações como essa fazem parte do enfrentamento direto ao crime organizado, impedindo que facções tentem impor regras ou exercer poder dentro das unidades prisionais

Principais “Mandamentos do BDM” encontrados no presídio de Irecê
O documento detalha normas internas impostas aos detentos. Entre os principais mandamentos estão:
Proibição de roubo dentro do pavilhão
Nenhum interno pode furtar pertences de outro preso.
Respeito obrigatório entre os integrantes
Brigas internas só podem ocorrer com autorização da facção.
Silêncio após determinado horário
O descumprimento poderia gerar punições.
Proibição de delação
Qualquer preso considerado “cagueta” estaria sujeito a represálias.
Regras rígidas sobre visitas
Desrespeito a familiares de outros internos não seria tolerado.
Controle sobre comportamentos íntimos
O papel estabelece dia específico permitido para masturbação, sendo proibido fora da data determinada.
Obrigação de seguir ordens da liderança
Decisões dos “responsáveis” do grupo deveriam ser cumpridas sem questionamentos.
Punições internas para quem descumprisse as regras
As sanções variavam de advertências a agressões físicas.

O ex-prefeito de Caculé, Luciano Ribeiro (União Brasil), irá assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após a morte do deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), ocorrida neste sábado (17), em decorrência de um infarto.
Luciano Ribeiro já exerceu mandato como deputado estadual entre 2015 e 2018, tendo sido eleito em 2014 pelo então Democratas (DEM). Advogado de formação, ele é o primeiro suplente da coligação do União Brasil nas eleições de 2022.
A Assembleia Legislativa seguirá os trâmites previstos no regimento interno da Casa. A presidente da Assembleia, Ivana Bastos (PSD), deverá formalizar a convocação para que Ribeiro tome posse e passe a ocupar o mandato.
O velório de Alan Sanches foi realizado a partir das 17h deste sábado no Salão Nobre da Assembleia, disponibilizado restritamente à família e amigos próximos pela deputada Ivana Bastos (PSD). O sepultamento ocorrerá no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, neste domingo, em horário ainda a ser confirmado.
*Por Bahia Notícias


Três torcedores do Esporte Clube Bahia foram presos em flagrante, na tarde deste sábado (17), suspeitos de envolvimento em uma tentativa de homicídio contra um torcedor do Vitória, no bairro de São Marcos, em Salvador.
Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima estava em uma motocicleta quando foi cercada por um grupo com mais de 40 pessoas e atacada com golpes de faca. Após o crime, parte dos suspeitos tentou fugir, mas três deles foram localizados e detidos pelos militares durante diligências na região.
O torcedor ferido foi socorrido e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde permanece internado em estado grave.
Com os suspeitos, os policiais apreenderam facas, uma delas com marcas de sangue, além de artefatos explosivos. Todo o material foi recolhido e apresentado à autoridade policial.
Os três presos foram conduzidos ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde o caso foi registrado.






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