
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta segunda-feira (12) que conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e classificou o diálogo como “muito produtivo”.
A conversa ocorreu em meio a um clima de tensão entre os dois países, após declarações de Trump sobre possíveis ataques terrestres contra supostos cartéis de drogas em território mexicano.
Segundo Sheinbaum, o tema da segurança pública foi tratado “com respeito à soberania nacional”. De acordo com a presidente, Trump descartou completamente qualquer intervenção ilegal dos Estados Unidos no México, conforme relatou o jornal mexicano El País.
“O povo do México precisa saber, primeiro, que seu presidente jamais negociará soberania ou integridade territorial. Jamais. Segundo, que buscamos coordenação sem subordinação, como iguais. E terceiro, que isso é permanente”, afirmou a mandatária durante coletiva de imprensa no Palácio Nacional.
Sheinbaum destacou ainda que o respeito à soberania de ambos os países foi um ponto central da conversa, princípio que, segundo ela, norteia a cooperação bilateral desde o início de seu governo. “A colaboração e a cooperação em um contexto de respeito mútuo sempre produzem resultados”, escreveu a presidente nas redes sociais.
Antes da ligação, Sheinbaum já havia descartado publicamente a possibilidade de ataques dos EUA ao México. Após a conversa, afirmou que o diálogo foi cordial.
Na última quinta-feira (8), Trump declarou que “os cartéis estão comandando o México”, discurso semelhante ao usado anteriormente contra a Venezuela, quando acusou o presidente Nicolás Maduro de liderar o Cartel de Los Soles. Posteriormente, o governo norte-americano recuou dessa acusação.
Além do contato entre os presidentes, o ministro das Relações Exteriores do México, Juan Ramón de la Fuente, também conversou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo a chancelaria mexicana, o diálogo tratou do acompanhamento do Programa de Cooperação em Segurança de Fronteiras.

- Vandinho

- 14 de jan.

A Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), ligada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), registrou quase 80 casos de resgate por afogamento nas praias de Salvador desde o início de 2026. O volume elevado de ocorrências acende o alerta para os riscos no litoral da capital baiana.
Segundo a Salvamar, nos quatro primeiros dias de janeiro foram contabilizadas 57 ocorrências de afogamento, além de 24 casos de pessoas perdidas nas praias. Na sequência, entre a segunda-feira (5) e a sexta-feira (9), o órgão notificou mais 20 situações envolvendo afogamentos.
Com isso, o número de resgates já ultrapassa em mais do que o dobro o total registrado durante todo o mês de janeiro de 2025, quando a Salvamar contabilizou 34 ocorrências. O dado reforça o aumento significativo da demanda por salvamentos neste início de ano.
Fonte: Blog do Valente


As Polícias Civil, Militar e Técnica deflagraram, no início da manhã desta quarta-feira (14), a Operação Mirakel – 2ª Fase, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido em furtos, roubos, receptação e comercialização ilegal de canetas emagrecedoras.
Com apoio integrado das Forças Estaduais da Segurança Pública, ordens judiciais estão sendo cumpridas em Salvador, por equipes ordinárias e especializadas.
A ação mobiliza cerca de 300 policiais, entre efetivos da Polícia Civil — das unidades 14ª DT/Barra, DIP, DENARC, DEIC, DHPP, DRACO, DEPOM, DPMCV e CORE —, da Polícia Militar — BOPE, BPT Atlântico, BPT BTS, BPT Central, BPT RMS, CIPE Polo, Batalhão Apolo, GRAER, BPATAMO, BPChoque, BPFRC, BPFRV, Esquadrão Águia e TOR/BPRv —, além do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Superintendência de Inteligência da SSP.
A primeira fase da Operação Mirakel foi realizada em junho do ano passado, quando duas lideranças do esquema criminoso foram presas. Um dos alvos era responsável por cooptar adolescentes e coordenar ataques a farmácias, enquanto o outro atuava como executor dos roubos dos medicamentos.
Na ocasião, os policiais apreenderam uma bolsa de entrega por aplicativo, capa de chuva e casaco, utilizados durante os crimes e reconhecidos por imagens de câmeras de segurança, além de produtos de higiene pessoal com suspeita de subtração dos estabelecimentos comerciais. G1






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