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Alexandre de Moraes dá 24 horas para defesa de Jair Bolsonaro explicar tentativa de violar tornozeleira eletrônica

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 23 de nov.
  • 1 min de leitura
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explique, no prazo de 24 horas, por que o ex-chefe do Executivo tentou violar a tornozeleira eletrônica que passou a usar após ser preso preventivamente.


O magistrado também ordenou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste no mesmo período.


A ordem foi expedida após a divulgação de informações e registros que mostram Bolsonaro tentando queimar parte do equipamento.


O caso foi relatado pela diretora-adjunta da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), Rita, que conversou diretamente com o ex-presidente no momento da verificação.


De acordo com a diretora, a equipe de escolta recebeu, às 0h07, o alerta de violação da tornozeleira. Os policiais solicitaram a presença imediata de Bolsonaro para verificar o equipamento.


Ao ser questionado, Rita perguntou: ”O senhor utilizou alguma coisa para queimar isso aqui?”

Bolsonaro respondeu: ”Meti um ferro quente aí. Curiosidade.”

A diretora insistiu: ”Que ferro quente?”

O ex-presidente completou: ”Foi ferro de soldar […] Não rompi a pulseira, não.”

A confissão foi registrada e encaminhada às autoridades responsáveis pela monitoração e ao STF.


Bolsonaro foi preso preventivamente na manhã deste sábado por ordem de Moraes. A decisão faz parte de uma investigação em andamento e prevê o uso de tornozeleira eletrônica como medida de monitoramento obrigatório.

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