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Após divulgar morte cerebral de agente, Polícia Civil diz que médico solicitou novos exame


Após divulgar a morte cerebral de Yago da França Souza Avelar, um dos policiais civis envolvidos no acidente na Chapada Diamantina, a Polícia Civil divulgou nota, na noite de terça-feira (8), na qual diz que um médico da equipe que atende o policial, no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, decidiu pedir novos exames antes de atestar a morte cerebral.


O acidente na BA-233 matou outro dois agentes, identificados como Kleber Correia Cardoso, de 42 anos, e Matheus Guedes Malta Argolo, de 31, na última sexta-feira (4). Os três eram na 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Seabra).


"No sábado (5), a equipe médica que tratava o servidor informou à família e ao Departamento Médico da Polícia Civil sobre a morte encefálica, sendo iniciado o processo de realização do protocolo de morte encefálica, que inclui exames clínicos e complementares, como de imagem, por exemplo. Um médico, então, decidiu solicitar novos procedimentos e investigar o estado de saúde do servidor de maneira mais aprofundada antes de atestar o encerramento de suas atividades cerebrais", diz a nota divulgada pela polícia nesta terça.


A Polícia Civil da Bahia afirma ainda que segue aguardando novos posicionamentos da equipe médica e diz que "ora" pela mudança do quadro.


Yago, de 39 anos, foi aprovado no concurso de 2018, ingressou no quadro da Polícia Civil em outubro de 2020 e foi designado para servir no Departamento de Polícia do Interior (Depin), no município de Seabra, região da Chapada Diamantina. G1.

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