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CEO do Banco Master reservou suíte presidencial de R$ 524 mil em Dubai antes de ser preso pela PF, alega defesa

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 25 de nov.
  • 2 min de leitura
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O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, havia reservado a suíte presidencial do Four Seasons Resort Dubai at Jumeirah Beach, uma das acomodações mais luxuosas e caras do mundo, para um período de quatro noites que ultrapassava US$ 98 mil (aproximadamente R$ 524 mil).


Vorcaro foi preso pela Polícia Federal na segunda-feira (17), no Aeroporto de Guarulhos, instantes antes de embarcar em um jato particular.


A PF registrou como indício de fuga o plano de voo apresentado, que indicava Malta, e não Dubai, como destino da aeronave.

A informação consta em documentos obtidos pelo portal Metrópoles.


A SUÍTE


Localizada na cobertura do resort, a suíte reservada por Vorcaro possui entre 510 e 600 m² e oferece:


  • Elevador privativo direto para a suíte;

  • Varandas e terraços com vista para o Golfo Árabe, piscinas e praia privativa;

  • Sala de jantar formal, sala de estar ampla, escritório particular e academia exclusiva;

  • Quarto principal com cama king-size, banheiro de mármore, banheira de hidromassagem e closet;

  • Bar privativo, máquina de espresso e amenities da marca Diptyque;

  • Smart TVs, sistema de som Bluetooth e opção de videogames sob demanda;

  • Capacidade para até três adultos ou dois adultos e duas crianças.


O resort oferece ainda praia privativa com concierge dedicado, cabanas exclusivas, restaurantes premiados, spa privativo, piscinas isoladas e acesso à academia 24 horas.


Os registros apontam que a equipe do banqueiro havia solicitado ao hotel estrutura adicional para uma conferência com 10 convidados VIP, com equipamentos completos, para o período entre terça (18) e sábado (22).


PRISÃO


Vorcaro está preso preventivamente desde 17 de novembro, suspeito de envolvimento na venda de carteiras de crédito consignado fraudulentas ao Banco de Brasília (BRB), estimadas em R$ 12,2 bilhões, segundo investigações do Banco Central, Ministério Público Federal e Polícia Federal.


A PF aponta risco de fuga, obstrução e influência na investigação como fundamento para a prisão. A defesa do banqueiro nega que houvesse tentativa de fuga e afirma que a viagem incluía reuniões com investidores dos Emirados Árabes.


Os advogados também alegam que o Master agiu em ”boa-fé” para substituir ativos considerados irregulares. Nesta segunda-feira (24), a defesa entrou com novo pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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