CPI do Senado para investigar o crime organizado terá na presidência o petista Fabiano Contarato
- Vandinho

- 5 de nov. de 2025
- 1 min de leitura

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) presidirá a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar o crime organizado. Ele foi eleito pelos membros da comissão nesta terça-feira (4), na primeira reunião do colegiado.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) será o relator, responsável por conduzir o inquérito e propor medidas, como indiciamentos e projetos de lei.
A vice-presidência ficou com o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que também concorreu à presidência. Mourão teve cinco votos favoráveis, enquanto Contarato teve o apoio de seis senadores. Contarato afirmou que atuará de forma independente e que a segurança pública “não deve ser uma pauta apenas da direita.
A comissão investigará tópicos relacionados ao crime organizado: ocupação de território; lavagem de dinheiro, com ênfase em criptomoedas; bens patrimoniais; bancas de advocacia e segmentos econômicos lícitos, como combustíveis, lubrificantes, bebidas, garimpo, mercado imobiliário e cigarros; sistema prisional; corrupção ativa e passiva; rotas de mercadorias ilícitas; crimes de tráfico de drogas e de armas, sonegação tributária e roubo, entre outros. integração entre os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas, com destaque para as fronteiras; experiências bem-sucedidas de prevenção e repressão ao crime organizado e recursos públicos disponíveis.
Cinco governadores e secretários de Segurança Pública, entre eles Jerônimo Rodrigues e o secretário Marcelo Werner, da Bahia serão convidados no contexto dos estados mais perigosos do país.
Representando o governo federal, a CPI deve receber o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro Filho, além de diretores da Polícia Federal, da Inteligência Penal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e especialista do Ministério Público na investigação de organizações criminosas.
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado








Comentários