Eduardo Bolsonaro critica ordem da PF e diz que não pretende retornar ao cargo de escrivão
- Vandinho

- 3 de jan.
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Foto: Alan Santos/PR
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu nesta sexta-feira (2) à determinação da Polícia Federal (PF) que ordena seu retorno imediato ao cargo de escrivão da corporação.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que não pretende cumprir a decisão e fez críticas diretas à instituição.
Na gravação, Eduardo sustenta que a cassação de seu mandato ocorreu em 18 de dezembro por decisão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, e não pelo plenário, como prevê o rito legislativo.
Segundo ele, no dia seguinte, a perda do mandato foi publicada no Diário Oficial da União junto com a ordem para reassumir suas funções na PF, o que, em sua avaliação, indicaria que a medida já estava previamente articulada.
Em publicação na rede social X, o ex-parlamentar declarou que não abriria mão do que classificou como sua honra para se submeter à decisão da corporação. No texto, fez duras críticas à Polícia Federal e afirmou que não aceitaria retornar ao cargo por imposição administrativa.
Antes de ingressar na vida política, Eduardo Bolsonaro ocupava o cargo de escrivão da PF. Com a decisão divulgada nesta sexta-feira(02), ele deveria retornar à sua lotação de origem, na Delegacia da Polícia Federal de Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro.
No entanto, o ex-deputado afirmou não ter condições de voltar ao Brasil neste momento, alegando o que chama de perseguição judicial e falta de normalidade democrática no país. Ele também disse que não pretende abrir mão do cargo “de forma passiva” e que irá lutar para mantê-lo.
Ainda segundo Eduardo, a preocupação envolve possíveis prejuízos funcionais, como a perda da aposentadoria vinculada à Polícia Federal, do porte de arma e da pistola funcional. g1








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