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Jerônimo alerta para impacto de tarifaço na fruticultura baiana e defende novos mercados para exportação

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 1 de ago.
  • 2 min de leitura
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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) comentou, nesta quinta-feira (31), o impacto do chamado “tarifaço” anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs uma taxa de 50% sobre produtos brasileiros.


Em entrevista à Rádio Metropole, durante a cerimônia de entrega da Medalha 2 de Julho, ele avaliou os efeitos da medida sobre a economia da Bahia e do Brasil, destacando que o susto inicial foi maior que o impacto real imediato, mas ainda assim trará prejuízos.


“A Bahia vai ser afetada [pelo tarifaço]. É muito ruim quando se mexe nas regras do jogo com o jogo acontecendo. Isso não é diplomático”, disse o governador.


Jerônimo lembrou que setores estratégicos do estado, como fruticultura e café, sofrerão com a medida. “Esses contratos não são feitos de um dia para o outro. Para um grupo empresarial exportar manga, é preciso que ele se prepare durante anos, às vezes até uma década para chegar naquela maturidade. E não se pode, com um anúncio irresponsável, anti-diplomático, desfazer de um contrato como se os produtores daquela cadeia produtiva tivessem a obrigação de bancar a chegada desses produtos nas prateleiras norte-americanas”, afirmou.


Jerônimo comemorou o fato de produtos como celulose e derivados de petróleo terem ficado fora da lista de tarifas, mas alertou para o impacto direto no setor de frutas do norte baiano.


“Aqui na Bahia, nós tivemos a alegria de vermos ontem a celulose ser retirada da lista, derivados de petróleo, mas mantiveram café e frutas, a exemplo da manga. Nós padecemos muito ali no norte [do estado]. Casanova, ao lado da Petrolina, por exemplo, é um município que produz manga e se prepara para exportar”.


O governador afirmou que buscará soluções junto à Federação das Indústrias da Bahia (FIEB), ao consórcio de governadores do Nordeste e ao governo federal, inclusive com articulações para abertura de novos mercados. “Há uma regra na economia que não se deve colocar todos os ovos numa cesta só [...] Temos que ter outros mercados para exportar”, concluiu. Metro1

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