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Líder do CV não retorna ao presídio após saída temporária e é considerado foragido - Em Salvador/BA

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 10 de jan.
  • 2 min de leitura
Foto:Reprodução
Foto:Reprodução

O interno Alex de Oliveira Santos, conhecido pelo apelido de “Arraia”, não retornou ao sistema prisional após a saída temporária concedida no fim do ano e passou a ser considerado foragido da Justiça. A informação foi divulgada por fontes do Informe Baiano.


Segundo a polícia, “Arraia” é apontado como um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, com atuação no bairro Nordeste de Amaralina, em Salvador.


Investigação e histórico criminal


Ainda conforme a apuração, Alex é investigado por envolvimento em tráfico de drogas, porte e circulação ilegal de armas de fogo, além de homicídios. Há registros de confrontos armados entre ele e a Polícia Militar em ocasiões anteriores.


O não retorno ao presídio ocorreu mesmo com a previsão de acompanhamento dentro do programa de saídas temporárias, autorizado pelo Poder Judiciário.


Dados sobre evasão em saídas temporárias


Dados oficiais apontam que, na última liberação temporária na Bahia, 823 detentos foram beneficiados. Desse total, 60 não se reapresentaram, o que representa 7,3% dos presos liberados.


Entre internos classificados como de alta periculosidade, o índice de evasão chegou a 22%, grupo no qual o caso de Arraia está incluído.


Debate sobre o modelo de saída temporária


A fuga reacendeu discussões sobre o modelo de saída temporária. Especialistas destacam que, embora o benefício esteja previsto em lei e tenha como objetivo a ressocialização, é fundamental uma análise individual mais rigorosa, especialmente em casos que envolvem internos com histórico de violência ou ligação com organizações criminosas.


Mesmo sendo um instrumento legal, parte dos beneficiados não retorna ao cumprimento da pena, o que gera preocupação entre autoridades e a sociedade.


Buscas e operações policiais


Arraia segue foragido. As polícias Militar e Civil continuam realizando operações e monitoramento em regiões onde ele supostamente mantém influência, com o objetivo de localizá-lo e efetuar sua recaptura. Mídia Bahia


 
 
 

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