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Medidas anunciadas para reduzir preço do diesel buscam estancar possibilidade de greve de caminhoneiros; confira

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 14 de mar.
  • 1 min de leitura
Foto: Reprodução
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Pressionado pelo risco de uma greve de caminhoneiros, o governo federal lançou na quinta-feira (12) um pacote de medidas para tentar conter a alta nos preços do óleo diesel.


Em meio à guerra que se alastra pelo Oriente Médio, o Palácio do Planalto foi informado sobre o risco real de os preços do combustível detonarem paralisações por todo país. O receio de paralisações surgiu ainda na semana passada.


O governo federal anunciou a edição de uma Medida Provisória que prevê o pagamento de subvenção a produtores e importadores do diesel. O valor será de R$ 0,32 por litro, que deverá ser repassado ao consumidor.


Em outra medida, o Palácio do Planalto zerou o PIS e o Cofins do diesel. As duas iniciativas somadas devem render um desconto de R$ 0,64 no litro do diesel, segundo estimativa do Ministério da Fazenda.


O texto ainda prevê um imposto de exportação sobre o produto com alíquota de 12%, para tentar desestimular o envio de combustível para o exterior.


O governo argumenta que a decisão de criar o imposto tem caráter regulatório para aumentar o refino interno e garantir o abastecimento à população, ainda que o parque de refino instalado no país seja insuficiente para processar todo o petróleo brasileiro.


De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o impacto de zerar o PIS e o Cofins será de R$ 20 bilhões no Orçamento, enquanto a subvenção custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos.


Segundo o ministro, o imposto de R$ 12% vai arrecadar R$ 30 bilhões, compensando as duas medidas, “os decretos não interferem na política de preços da Petrobras”, explicou o ministro. g1


 
 
 

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