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Polícia faz operação em três estados contra influenciadores que divulgam jogo do tigrinho

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 8 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

A Polícia Civil do Rio de Janeiro faz operação na manhã desta quinta-feira (7) contra influenciadores digitais que divulgam jogos de azar por meio de redes sociais. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

 

A Operação Desfortuna é realizada pela DCOC-LD (Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro). Segundo a investigação há indícios de lavagem de dinheiro e organização criminosa.


Os alvos da operação são 15 influenciadores que usam as redes sociais para divulgar jogo popularmente conhecido como jogo do Tigrinho e outros semelhantes.


Segundo os agentes, as postagens realizadas pelos investigados contêm promessas enganosas de lucros fáceis, com o intuito de atrair seguidores para essas plataformas de apostas.


"No decorrer das investigações, foram identificados sinais claros de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores, que ostentavam nas redes sociais estilos de vida luxuosos, com viagens internacionais, veículos de alto padrão e imóveis de alto valor", afirmou a Polícia Civil. Relatórios de inteligência financeira do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) revelaram movimentações bancárias suspeitas que, somadas, ultrapassam R$ 4 bilhões", afirma a corporação.


Além da promoção de jogos ilegais, os investigados são suspeitos de integrar uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada, diz a investigação.


A estrutura seria usada para ocultar a origem ilícita dos recursos, caracterizando lavagem de dinheiro. A DCOC-LD também identificou conexões entre alguns envolvidos e pessoas com antecedentes ligados ao crime organizado, o que elevou o grau de complexidade da investigação.


As investigações foram desenvolvidas de forma conjunta com o GRA (Gabinete de Recuperação de Ativos) e com o Lab-LD (Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro) da Polícia Civil. Folhapress


 
 
 

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