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Prefeito de Itagibá diz que Operação da Polícia Civil foi ‘encenação’ e expôs famílias por interesses políticos

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 4 de fev.
  • 1 min de leitura

O prefeito de Itagibá, Marcos Barreto (PCdoB), conhecido como Marquinhos, em postagem feita em seu perfil no Instagram, na noite de terça-feira (3), se pronunciou sobre a Operação Carta Marcada deflagrada pela Polícia Civil do Estado Bahia, no dia 27 de janeiro deste ano.


De acordo com as fontes policiais, a operação que teve origem na Prefeitura de Itagibá, cumpriu quinze mandados de busca e apreensão nos municípios de Itagibá (7), Dário Meira (4), Ipiaú (3) e Jequié (1). Investigando suposto esquema irregular em contratos firmados entre a Prefeitura e empresas privadas.


O prefeito Marquinhos no vídeo questiona a dimensão da ação policial, que contou, segundo ele, com a presença de 62 agentes da Polícia Civil e 12 delegados no município. Em tom crítico, o prefeito afirmou que a operação teria sido desproporcional e classificou a atuação como uma “encenação”.


“Trouxeram tudo isso para apurar o quê?”, questionou Marcos Barreto, ao citar um contrato relacionado a uma linha estudantil que, segundo ele, já havia sido denunciada anteriormente ao Ministério Público, resultando em acordo, cancelamento do serviço e realização de nova licitação.

Leia o que disse o prefeito e a defesa feita dos seus assessores

 

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar outros recursos possivelmente desviados e eventuais novos envolvidos, ressaltando que não há conclusão definitiva até o momento.


 
 
 

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