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Seminário em Jequié vai debater a produtividade do cacau em áreas não tradicionais; confira

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 8 de jul.
  • 1 min de leitura
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A cacauicultura no semiárido baiano está em ascensão, com produtividades elevadas e inovação, especialmente em áreas não tradicionais como a própria região da caatinga. 


Essa nova fase é impulsionada pela recuperação de áreas cultivadas e pela adaptação de tecnologias como estaquia e enxertia, além do uso de materiais genéticos mais adequados ao clima semiárido.


Embora a área total de cacau no semiárido baiano seja ainda considerada modesta em comparação com a região tradicional (sul da Bahia), a produtividade em algumas áreas tem se mostrado muito superior à média mundial.


A escolha de materiais genéticos adaptados ao clima semiárido, com menor incidência de veranicos e solos bem drenados, é crucial para o sucesso do cultivo.


A introdução de novas tecnologias e práticas agrícolas, como o uso de energia solar em conjunto com a produção de cacau, demonstra a capacidade de inovação do setor.


A proposta é de que o cacauicultor continue investindo em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e materiais genéticos adaptados ao semiárido, para garantir a sustentabilidade e a competitividade da cacauicultura na região.


Com esse enfoque estará acontecendo em Jequié, no próximo dia 22, no Centro de Evangelização e Unidade (CEU), no bairro São Judas Tadeu, o I Seminário da Cacauicultura Produtiva de Jequié e região, sob a chancela do Sebrae e a participação de outros segmentos, a exemplo da Ceplac.


Assista vídeo:


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