- Vandinho
- há 10 horas

O atacante suíço Breel Embolo foi protagonista de uma expulsão inusitada durante a vitória da Argentina sobre a Suíça, pelas quartas de final da Copa do Mundo.
A jogada aconteceu aos 25 minutos da etapa final. Após cair próximo à linha lateral, Embolo alegou ter sofrido uma falta de Leandro Paredes e, em um primeiro momento, o árbitro advertiu o volante argentino com cartão amarelo.
No entanto, após revisão do VAR, a arbitragem constatou que não houve contato, retirou a advertência de Paredes e aplicou o cartão para Embolo.
Como o atacante suíço já havia sido advertido anteriormente, acabou expulso. Inconformado com a decisão, Embolo deixou o gramado chorando e foi consolado pelos companheiros de equipe.
Nova regra
A expulsão só existiu por conta de uma nova regra inserida pela Fifa para a disputa da Copa: o "erro de identidade". Em caso de cartões amarelos, o VAR pode avisar ao árbitro que a punição foi equivocada, mesmo não se tratando de um cartão vermelho.
Como o árbitro português João Pinheiro advertiu Paredes com o amarelo mesmo com a clara simulação de Embolo, o VAR interviu e sugeriu a revisão. Como já tinha um amarelo, o camisa 7 da Suíça levou o segundo e acabou sendo expulso. Antes do Mundial, o VAR não detinha o poder de interferir em lances de amarelo. Metro1


O governo federal definiu que o antigo Registro Geral (RG) será aceito até 2032, prazo em que deverá ser substituído pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), conforme o Decreto nº 10.977/2022.
A primeira via do novo documento é gratuita e pode ser solicitada a qualquer momento nos órgãos de identificação civil dos estados e do Distrito Federal.
A CIN adota o CPF como número único de identificação, com o objetivo de reduzir fraudes e unificar os cadastros no país. Além da versão física, o documento também está disponível em formato digital pelo aplicativo Gov.br.
A validade da nova identidade varia conforme a idade: cinco anos para crianças de até 12 anos incompletos, dez anos para pessoas entre 12 e 60 anos incompletos e prazo indeterminado para maiores de 60 anos.
Na versão digital, a CIN também poderá reunir informações de outros documentos, como CNH, Carteira de Trabalho e Título de Eleitor. Para emitir a nova identidade, é necessário apresentar uma certidão de nascimento ou casamento atualizada. Metro1

- Vandinho
- há 10 horas

Enquanto a Argentina tenta seguir viva na disputa pelo título da Copa do Mundo de 2026, a Associação do Futebol Argentino (AFA) sofre uma enorme pressão fora das quatro linhas. Informações do jornal argentino La Nación, repercutidas na última semana, apontam que promotores federais dos Estados Unidos e agentes do FBI investigam operações financeiras da entidade em território norte-americano.
A apuração busca entender como a AFA, presidida por Claudio “Chiqui” Tapia, movimentou valores milionários pelo sistema financeiro dos Estados Unidos. Os investigadores também analisam se parte dessas transações pode configurar crimes sob jurisdição americana, incluindo suspeitas de fraude e lavagem de dinheiro.
O caso ainda está em fase preliminar e, até o momento, não há denúncia formal anunciada contra a entidade ou seus dirigentes. A investigação, no entanto, mira o funcionamento financeiro de contratos internacionais e os caminhos usados para entrada e saída de recursos vinculados à federação argentina.
De acordo com o La Nación, os promotores procuram pessoas com conhecimento direto sobre a administração de Tapia e de Guillermo Toviggino, dirigente ligado à estrutura da AFA. A intenção é reunir informações sobre a forma como a entidade operou nos últimos anos e sobre eventuais repasses feitos a empresas e pessoas próximas à cúpula do futebol argentino.
Um dos pontos centrais da investigação é a TourProdEnter LLC, empresa sediada nos Estados Unidos e ligada ao produtor teatral Javier Faroni. A companhia seria responsável pela cobrança de contratos comerciais internacionais da AFA e teria administrado receitas milionárias da entidade.
Conforme documentos citados pela imprensa argentina, Javier Faroni e sua esposa, Erica Gillette, movimentaram recursos por contas abertas em instituições financeiras como Citibank, Synovus Financial, Bank of America, JPMorgan Chase e PNC Bank.
A TourProdEnter teria operado pelo menos US$ 260 milhões em receitas relacionadas à AFA. Os investigadores, porém, apuram se todos os valores movimentados tinham origem e destino devidamente justificados.
Entre as transações sob análise estão transferências para empresas ligadas a pessoas que, segundo registros citados pela reportagem, recebiam benefícios sociais e viviam em cidades como Buenos Aires e Bariloche.
A investigação também cita pagamentos destinados a companhias relacionadas a Toviggino e familiares, além de pessoas próximas à estrutura da seleção argentina.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos também avalia ouvir ex-integrantes do governo de Javier Milei. A expectativa é que essas pessoas possam contribuir com informações sobre eventuais fiscalizações, alertas ou documentos produzidos nos últimos anos envolvendo operações da AFA.
A investigação começou a ser estruturada em 2025 e é conduzida por promotores federais em Washington e no Distrito Sul da Flórida.
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