- Vandinho
- há 40 minutos

A polícia da Catalunha, os Mossos d’Esquadra, investiga uma suspeita de agressão sexual envolvendo Fatinho Jr., irmão do jogador Ansu Fati, atualmente emprestado ao AS Monaco. O caso teria ocorrido em Barcelona.
A denunciante é uma jovem holandesa que afirmou às autoridades ter acordado na madrugada de 8 de fevereiro, na capital catalã, após uma noite fora, sem se lembrar do que havia acontecido.
Inicialmente, ela relatou ter despertado em um imóvel associado ao jogador Lamine Yamal, do Barcelona, informação que depois foi negada tanto pela polícia quanto pelo clube.
Segundo fontes ouvidas pelo jornal ABC, a mulher contou que esteve em uma boate chamada Shoko com amigos, entre eles Fatinho Jr. Após a saída do local, o grupo seguiu para uma residência.
A jovem afirmou que acordou nua e com Fatinho Jr. ao seu lado, acreditando ter sido vítima de agressão sexual após, segundo ela, ingerir substâncias sem consentimento.
A mulher procurou atendimento médico para a realização de exames. De acordo com a imprensa espanhola, há dificuldades para confirmar o uso de drogas por meio de testes, já que esse tipo de substância pode desaparecer do organismo em poucas horas.
Até o momento, não foi registrada uma queixa formal, o que limita o avanço das investigações. Ainda assim, o relato foi documentado pelas autoridades.
A jovem também afirmou que teria sido tocada de forma inadequada antes do suposto abuso e que chegou a agredir Fatinho Jr. com um tapa.
Ela relatou ainda que passou o fim de semana na companhia do suspeito e de outros amigos. Em nota, a equipe de Braima Fati, outro irmão de Ansu Fati, declarou que nega de forma categórica e inequívoca todas as acusações relacionadas ao caso. Noticias ao Minuto

- Vandinho
- há 44 minutos

Mais de um terço dos casos de câncer registrados no mundo poderia ser evitado, segundo uma nova análise divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o levantamento, os cânceres de pulmão, estômago e colo do útero somam quase metade desse total prevenível.
Na prática, isso indica que milhões de mortes causadas pela doença todos os anos poderiam ser reduzidas com ações como intervenções médicas, mudanças de hábitos, diminuição de riscos no trabalho e combate à poluição ambiental.
Para a OMS, atacar esses fatores é uma das estratégias mais importantes para diminuir o impacto da doença globalmente. “Enfrentar essas causas preveníveis representa uma das oportunidades mais poderosas para reduzir a carga global do câncer”, afirmou Isabelle Soerjomataram, epidemiologista médica da organização e autora sênior da análise, segundo o Science Alert.
O estudo aponta que, em 2022, o mundo registrou quase 19 milhões de novos diagnósticos de câncer. Cerca de 38% desses casos estavam ligados a 30 fatores de risco modificáveis.
Entre eles estão tabagismo, consumo de álcool, índice de massa corporal elevado, pouca atividade física, uso de tabaco sem fumaça (como o tabaco de mascar), noz de areca, amamentação inadequada, poluição do ar, radiação ultravioleta, agentes infecciosos e mais de uma dezena de exposições ocupacionais.
O tabaco foi o principal fator prevenível, associado a 15% de todos os casos naquele ano. Entre os homens, o impacto foi ainda maior: 23% dos novos casos de câncer nesse grupo tiveram relação com o cigarro.
A poluição do ar também aparece como fator relevante, com efeitos diferentes conforme a região. No Leste Asiático, cerca de 15% dos casos de câncer de pulmão em mulheres foram atribuídos à poluição. Já no Norte da África e no Oeste da Ásia, aproximadamente 20% dos casos de câncer de pulmão em homens tiveram a mesma origem.
O consumo de álcool ficou em segundo lugar, respondendo por 3,2% dos novos casos, o equivalente a cerca de 700 mil diagnósticos. As infecções representaram aproximadamente 10% dos casos, com destaque, entre mulheres, para o HPV de alto risco, associado ao câncer do colo do útero.
Já o câncer de estômago aparece mais em homens e costuma estar ligado ao tabagismo e a infecções relacionadas à superlotação, falta de saneamento e ausência de água potável.
Noticias ao Minuto

- Vandinho
- há 50 minutos

corrupção segue em alta inclusive em democracias consideradas consolidadas, com destaque negativo para os Estados Unidos, que registraram em 2025 o pior desempenho de sua história no Índice de Percepção da Corrupção (IPC). Os dados constam no relatório divulgado nesta terça-feira pela Transparência Internacional.
Segundo o levantamento, mesmo que os acontecimentos mais recentes de 2025 ainda não estejam totalmente refletidos, os Estados Unidos apresentaram uma queda expressiva na avaliação e alcançaram 64 pontos em uma escala que vai de 0, considerado altamente corrupto, a 100, visto como muito íntegro.
Os países com melhor desempenho no ranking continuam concentrados no topo da tabela, com pontuações acima de 80. A liderança é da Dinamarca, com 89 pontos, seguida por Finlândia, com 88, e Singapura, com 84.
A ONG, no entanto, alerta que nem mesmo essas nações estão imunes a práticas corruptas, especialmente quando facilitam lavagem de dinheiro ou a circulação de recursos ilícitos provenientes de outros países, fenômeno que não é plenamente captado pelo índice.
Casos como os de Suíça e Singapura, ambos bem posicionados no ranking, são citados no relatório como exemplos de países frequentemente criticados por permitirem a movimentação de dinheiro de origem ilegal.
Em escala global, a média do IPC ficou em 42 pontos, o nível mais baixo registrado em mais de dez anos.
De acordo com a Transparência Internacional, mais de dois terços dos países avaliados, 122 dos 180 analisados, obtiveram pontuação inferior a 50, o que evidencia dificuldades generalizadas no combate à corrupção.
O relatório também aponta que o número de países com notas acima de 80 caiu drasticamente na última década, passando de 12 para apenas cinco.
A deterioração do cenário nos Estados Unidos, segundo a ONG, tem efeitos globais, especialmente por conta do impacto de leis como a que regula práticas de corrupção no exterior, que influencia empresas de diversos países.
A Transparência Internacional cita ainda decisões adotadas no início do segundo mandato de Donald Trump, em 2025, como o congelamento temporário de mecanismos de controle, interpretadas como sinais de maior tolerância a práticas comerciais corruptas.
Além disso, os cortes na ajuda norte-americana a organizações da sociedade civil no exterior teriam enfraquecido iniciativas globais de combate à corrupção.
Esse contexto, segundo os analistas, encorajou governos de outros países a restringirem ainda mais a atuação de organizações não-governamentais, jornalistas e vozes independentes.
Como reflexo, a percepção da corrupção também piorou em países como Canadá, Nova Zelândia e em diversas nações da Europa Ocidental, incluindo Reino Unido, França e Suécia.
Desde 2012, 13 países da Europa Ocidental e da União Europeia apresentaram queda significativa no índice, enquanto apenas sete conseguiram avanços relevantes.
Apesar do cenário preocupante, o presidente da Transparência Internacional, François Valérian, destacou que a corrupção não é inevitável e defendeu ações firmes dos governos para proteger o espaço cívico e garantir a integridade institucional.
O relatório aponta ainda que a repressão à sociedade civil se intensificou na última década em países como Geórgia, Indonésia e Peru, onde novas leis limitaram o financiamento de ONGs e estimularam campanhas de intimidação. Em ambientes assim, jornalistas e ativistas enfrentam cada vez mais obstáculos para denunciar abusos de poder.
Situações extremas são observadas em países como Rússia e Venezuela, onde a repressão forçou críticos ao exílio e aumentou os riscos para quem expõe irregularidades.
Segundo a Transparência Internacional, desde 2012, ao menos 150 jornalistas que investigavam corrupção fora de zonas de guerra foram assassinados, quase todos em países com altos índices de corrupção.
Na base do ranking, aparecem países marcados por instabilidade e forte repressão à sociedade civil, como Sudão do Sul, Somália e Venezuela. O relatório alerta que esse cenário ameaça também nações que registraram quedas expressivas nos últimos anos, como Turquia, Hungria e Nicarágua. Noticias ao Minuto






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