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Foto: Ascom/PC
Foto: Ascom/PC

Três pessoas foram presas pela Polícia Civil em Feira de Santana, acusadas de participação no roubo de uma carga com mais de 1,5 milhão de comprimidos para dor. Entre os alvos está um empresário, que, segundo a polícia, seria o mandante do crime.


As investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Feira de Santana), unidade do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), também alcançaram uma farmácia localizada no bairro Jardim Cruzeiro, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. No local, foi constatada a aquisição de parte da carga ilícita.


O proprietário do estabelecimento foi autuado em flagrante pelo crime de receptação qualificada. As investigações apontam ainda que, durante a execução do crime, os suspeitos roubaram um caminhão de uma rede de supermercados atacadista de Feira de Santana para transportar os medicamentos.


Além das prisões, durante a Operação Cefaleia, que foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (13), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito. Na residência do empresário, os agentes também apreenderam uma carga de pólvora e fogos de artifício.


🔎Entenda o caso


Em entrevista ao portal Acorda Cidade, o delegado José Marcos, que conduziu a operação, explicou que os mandados foram cumpridos nos bairros Gabriela, Papagaio e Parque Ipê, além do Jardim Cruzeiro, e que as investigações começaram a partir do roubo do caminhão.


“No final do mês de março, foi furtado esse veículo de um atacadista, e essa carga foi dispensada em um terreno baldio no bairro da Gabriela. No dia seguinte, a PM encontrou essa carga, apresentou-a aqui na delegacia e isso chamou logo a atenção, porque essa carga de alimentos estava nesse terreno baldio”, disse o delegado.


Segundo Marcos, à medida que as investigações foram evoluindo, a Polícia Civil constatou que o veículo teria sido roubado para ser utilizado em um segundo crime. Segundo o delegado, a quadrilha rendeu um vigilante de uma distribuidora de medicamentos na BR-324 e conseguiu ter acesso a uma carga de medicamentos avaliada em cerca de R$ 1 milhão.


“Como eles planejaram o crime e inicialmente levaram uma caminhonete, o volume da carga era maior que o esperado e não deu. Então, de última hora, resolveram furtar o caminhão do atacadista para transportar essa carga. O veículo foi furtado e a carga de alimentos foi dispensada no terreno baldio para efetuar o transporte dos medicamentos e, em seguida, incendiaram o caminhão na BR-116”, disse.


Recuperação em curso


Para a reportagem do Acorda Cidade, o delegado afirmou que, durante esta fase da Operação Cefaleia, a Polícia Civil já conseguiu recuperar 30% dos medicamentos. Há suspeita de que o empresário tentou maquiar a compra dos medicamentos por um valor muito abaixo do preço comercial.


“Um dos suspeitos presos no bairro da Gabriela estava inclusive armado no momento em que rendeu o vigilante. O empresário é apontado na investigação como mandante do crime; ele teria encomendado esse roubo e ficado com essa carga. Segundo apontam as investigações, até o momento, ele teria pagado em torno de R$ 150 mil para que esses homens fizessem o roubo”, disse o delegado.


“Recuperamos já em torno de R$ 328 mil em comprimidos. Além disso, também a pedido da Polícia Civil, foi deferido o bloqueio e a busca e apreensão de dois veículos desse empresário: uma caminhonete e um veículo de passeio, avaliados em R$ 305 mil”, completou José Marcos.


Apreensão de fogos e pólvora


Questionado sobre as outras apreensões, o delegado detalhou que, na residência do empresário, a Polícia Civil apreendeu uma quantidade significativa de fogos de artifício e pólvora. Somente esse material, segundo o delegado, está avaliado em R$ 154 mil.


“A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Feira de Santana conseguiu, entre bens recuperados, medicamentos, veículos e valores que foram bloqueados, quase R$ 800 mil em apreensões. Além disso, também a pedido da Polícia Civil, foi emitida uma ordem de bloqueio das contas bancárias dos investigados no valor de R$ 553 mil”, finalizou o delegado.

Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade.


 
 
Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

Richel Pereira de Oliveira, adolescente de 15 anos que foi sequestrado junto com um colega após sair da escola em Feira de Santana, foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira (13). O corpo da vítima foi localizado com marcas de tiros em uma área de mata na Rua do Salvador.


Segundo apuração da reportagem do Acorda Cidade, criminosos interceptaram os jovens por volta das 17h da terça-feira (12), no bairro Jardim Acácia.


O colega de Richel foi baleado, mas conseguiu fugir. O garoto foi socorrido por um familiar, recebeu atendimento no Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, e foi liberado.


O corpo de Richel foi localizado por volta das 14h, por policiais da 67ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), após ser acionado pelo Cicom, no interior de uma área de mata próxima à Lagoa da Liberdade, no bairro Aviário.

Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade


 
 
Foto: Pedro França/Agência Senado
Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro se pronunciou após a divulgação de um áudio que supostamente o liga ao caso envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro.


Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar defendeu a criação de uma CPI para investigar o caso e afirmou que a comissão serviria para “separar os inocentes dos bandidos”. “Mais do que nunca é fundamental a CPI do Banco Master já”, declarou.


Durante o pronunciamento, Flávio confirmou que buscava investidores privados para financiar um filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas negou qualquer utilização de recursos públicos.


Segundo ele, o projeto cinematográfico foi desenvolvido sem verba estatal ou recursos da Lei Rouanet. “Zero de dinheiro público, zero de Lei Rouanet”, afirmou o senador.


Flávio Bolsonaro também declarou que conheceu Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando, segundo ele, ainda não existiam acusações contra o empresário.


O senador afirmou que havia um contrato de investimento para a produção do filme, mas alegou que Vorcaro deixou de cumprir pagamentos previstos no acordo ao longo do tempo.

“Ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato”, disse.


Ainda segundo Flávio, a interrupção dos pagamentos colocou em risco a conclusão da produção, levando a equipe a procurar novos investidores privados para finalizar o longa.

O parlamentar afirmou que o filme já está concluído e será lançado nos cinemas brasileiros ainda este ano.


“O presidente Bolsonaro merece uma homenagem como essa”, declarou.

O caso ganhou repercussão após reportagem apontar supostas negociações milionárias entre aliados do ex-presidente e Daniel Vorcaro, investigado em apurações ligadas ao Banco Master. Agência Senado


 
 
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