
A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Planaltino, no Vale do Jiquiriçá, em ação conjunta com o GATTI – Central, deu cumprimento, na manhã desta terça-feira (08/04), a um mandato de prisão expedido em desfavor de um homem investigado pelo descumprimento de medida protetiva de urgência, prevista no artigo 24-A da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha).
Após a comunicação dos fatos, a Polícia representou pela decretação da prisão preventiva junto ao Judiciário e concedida, foi cumprida no Povoado de Santo André, zona rural do município, onde o investigado foi localizado nas imediações de sua residência. Após ser devidamente cientificado do mandado, foi dada voz de prisão e garantidos os seus direitos constitucionais.
”Concluídos os procedimentos legais, o custodiado foi conduzido à carceragem da Sede da Coorpin, de Jequié, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.A Polícia Civil da Bahia reforça seu compromisso no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, atuando de forma firme no cumprimento das decisões judiciais e na proteção das vítimas”, diz à Polícia Civil. Fonte:PM

- Vandinho
- há 53 minutos

Ações de policiamento especializado vêm intensificando a segurança no Vale do Jiquiriçá. Na quarta-feira (8), uma operação realizada no município de Laje resultou na abordagem de suspeitos e na apreensão de materiais ilícitos.
Durante a incursão em uma área rural, equipes policiais efetuaram abordagens que levaram à apreensão de entorpecentes, além de uma motocicleta.
Segundo informações apuradas pela Criativa, os suspeitos foram encaminhados à delegacia, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
A operação integra o conjunto de ações voltadas ao reforço da segurança na região, com foco na prevenção e no combate à criminalidade, especialmente em localidades mais afastadas dos centros urbanos. Mídia Bahia

- Vandinho
- há 57 minutos

Não é lenda urbana. Uma parte importante do negócio de Daniel Vorcaro, quando dono do Banco Master, foi investir em eventos para autoridades da República com muitas mulheres —e é fato que havia moças de Rússia, Ucrânia, Lituânia, Holanda, México e Venezuela, para citar exemplos de nacionalidades.
Cruzando entrevistas, postagens em redes sociais e documentos da PF (Policia Federal), a Folha identificou 20 dessas mulheres que participaram de festas, 14 com perfis públicos no Instagram. Procuradas pela reportagem, elas não comentaram sobre os eventos nem sobre
Vorcaro.
Havia também brasileiras. Entre elas, algumas deixaram estados como o Rio Grande do Sul e Santa Catarina em busca de oportunidades e contatos para ascender profissionalmente e acabaram aceitando a oferta de apoio financeiro da equipe de Vorcaro para ficar à disposição dos eventos.
A importância desses encontros para Vorcaro e a razão da presença dessas mulheres foram definidas por ele à então noiva, Martha Graeff, durante uma discussão. Graeff estava indignada porque ele mantinha contato na rede social com mulheres que ela considerava "put4s".
"Fazia parte do meu 'business'. Nunca te escondi o que fiz, e por que fiz. Fiz festa com 300 desse tipo", escreveu Vorcaro, em uma troca de mensagens datada de 18 de agosto de 2025, levantada pelas investigações em um dos celulares do ex-banqueiro.
Segundo entrevistas feitas pela reportagem com 17 executivos que foram a algum desses eventos ou ouviram relatos de quem frequentou, o mencionado "business" foi bem estruturado.
Como a Folha mostrou, Vorcaro organizou infraestrutura, equipe e logística para que seus encontros pudessem ocorrer em dias úteis à margem de eventos oficiais no Brasil e no exterior, já que seu público-alvo eram políticos e outras autoridades que precisavam retornar às suas bases e famílias nos finais de semana.
Procurada, a defesa de Vorcaro informou que não se manifestaria sobre o tema. g1



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