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NOTÍCIAS;

Foto: Reprodução / Radar News
Foto: Reprodução / Radar News

Três homens foram encontrados mortos na manhã deste domingo (5) às margens de uma estrada rural no distrito de Vera Cruz, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.

 

De acordo com a polícia, as vítimas teriam sido executadas dentro de uma residência no distrito de Arraial d'Ajuda, também em Porto Seguro, na tarde do sábado (4). Os corpos teriam sido retirados do imóvel pelos autores do crime antes da chegada da polícia.

 

Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, no imóvel, foram encontrados vestígios de sangue e outros indícios que apontavam para a execução de três pessoas. Ainda no sábado, um vídeo passou a circular em grupos de WhatsApp mostrando três homens mortos no interior de um quarto.

 

A polícia informou que o conteúdo também indicaria que um dos participantes da ação criminosa teria registrado a gravação enquanto fazia comentários sobre as mortes. Testemunhas informaram que três homens encapuzados retiraram os corpos da residência e deixaram o local em um veículo Fiat Fastback.

 

Na manhã deste domingo, um morador localizou os três corpos em uma estrada rural no distrito de Vera Cruz e acionou a polícia. Conforme o registro da ocorrência, as vítimas apresentavam perfurações provocadas por disparos de arma de fogo, além de hematomas e outros sinais de violência. Um dos homens utilizava uma sonda hospitalar.

 

Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia. A autoria e a motivação do crime devem ser apuradas pela delegacia do município. Radar News


 
 
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o presidente Lula neste domingo (5) e afirmou que o petista quer que os Estados Unidos tarifem o Brasil por ver ganhos políticos, numa provocação a seu adversário nas eleições.

 

Flávio deu a declaração em Washington, onde está para participar de uma audiência USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos), órgão que negocia a aplicação das taxas, na terça-feira (7). 


"O presidente da República simplesmente lavou as mãos e ele é o único no mundo que quer essa tarifação para as empresas brasileiras porque ele acha que vai ter algum retorno político. E todos os itens que estão sendo levados em consideração para saber se vão colocar a tarifa ou não, entre eles, é a corrupção. E claramente sabemos que o governo não combate a corrupção", disse o senador. 


A declaração foi dada por Flávio em uma transmissão ao vivo nas redes sociais ao lado do irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (SP). O senador também fez um vídeo neste domingo em que volta a afirmar que está nos EUA para "defender o Pix". 


O USTR concluiu uma investigação sobre supostas práticas desleais de comércio do Brasil com os EUA e propôs a aplicação de tarifas de 25% a produtos brasileiros. Um dos argumentos dos americanos é que o Pix causa prejuízo às empresas de lá. 


O governo brasileiro vem negociando com os EUA desde o ano passado para evitar que haja a imposição das sobretaxas. O presidente Lula tem chamado o senador de "traidor da pátria", porque seu irmão instigou o governo americano a agir contra o Brasil, o que tem dado munição ao discurso de soberania do país. 


Em junho, Flávio exibiu cartaz com a mensagem "O Pix é do Brasil e do Bolsonaro!!!", um dia após o petista ter levantado outro que dizia "O Pix é do Brasil!". 


Em documento enviado na semana passada ao órgão responsável pelas tarifas, a gestão argumentou que o tarifaço proposto contra o Brasil afetará interesses americanos e reduzirá o espaço para diálogo entre os dois países em temas comerciais 


Por isso, tentando evitar a culpa por eventual imposição de tarifas dos EUA, Flávio enviou ao governo dos Estados Unidos um documento em que oferece vantagens comerciais aos americanos, como a eliminação de tarifas para o etanol e a redução da carga tributária de empresas de cartão de crédito. 


Também disse que a confirmação do tarifaço de 25% proposto pelo órgão daria a Lula uma "vitória política" e pediu que Trump decida sobre as tarifas após as eleições. 


Flávio também incorporou a defesa do Pix. Na sexta, o senador disse que vai defender o Pix aos americanos. 


"Eu vou lá para os Estados Unidos defender o nosso Pix, já que o atual presidente do Brasil está se lixando para empresas brasileiras. E é o único que quer a tarifação dos nossos produtos brasileiros que são enviados para os Estados Unidos", disse na sexta, em seminário do PL no Rio de Janeiro voltado para estratégias de comunicação. 


O documento enviado por Flávio aos EUA destaca que ele é senador da República, figura proeminente da oposição e pré-candidato à Presidência. Também lembra que o senador se encontrou com Trump, com o vice JD Vance e com o secretário de Estado, Marco Rubio. 


O texto sugere que os Estados Unidos suspendam, ao menos até a eleição, o processo de aplicação das tarifas de 25% propostas pelo USTR e abram uma mesa de negociação sobre os seis itens citados na investigação comercial: comércio digital, tratamento tarifário preferencial, corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento. 


Lula criticou o documento enviado por Flávio no qual o senador também pede a "libertação" do Mercosul e a postergação do tarifaço para depois das eleições brasileiras. 


"É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano", escreve o perfil de Lula no X (antigo Twitter). 


"Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo. Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois", diz Lula. BN


 
 
Foto: Reprodução / CazéTV
Foto: Reprodução / CazéTV

A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 não foi tratada por Carlo Ancelotti como cenário de terra arrasada.


Após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o treinador concedeu entrevista coletiva e lamentou o resultado, mas defendeu a continuidade do projeto à frente do Brasil.


Questionado sobre a frustração do torcedor brasileiro, Ancelotti afirmou que a equipe deixa o Mundial com sentimento de tristeza, mas também com a necessidade de transformar a queda em ponto de partida para uma nova etapa.


“É óbvio que estamos profundamente tristes. Acho que a equipe, até agora, fez uma boa Copa do Mundo. No jogo de hoje, merecíamos ganhar. Quando se passa por um momento assim, é preciso pensar que uma derrota é o começo de uma nova temporada. Temos que seguir melhorando, trabalhando e encontrando novas ideias. Não é o fim, é o princípio de um novo ciclo”, afirmou.


O treinador também foi perguntado sobre o que não funcionou no plano montado para enfrentar a Noruega. Para Ancelotti, o Brasil teve momentos de controle, criou oportunidades e tentou mudar o cenário da partida com as substituições.


“Acho que, em parte, fizemos um bom jogo. Tivemos muitas oportunidades no primeiro tempo e também no segundo. Depois, mudei para deixar o time mais inteiro fisicamente e dar oportunidade para tentar ganhar o jogo”, explicou.


 
 
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