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© Getty
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Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de chuvas intensas e tempestades para diversas regiões do Brasil nesta segunda-feira (2).


O aviso mais preocupante, de nível laranja, atinge áreas do Paraná, de São Paulo e de Mato Grosso do Sul, onde são esperados temporais acompanhados de ventos fortes e possibilidade de granizo.

 

Segundo o Inmet, a previsão para essas localidades é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora, podendo acumular de 50 a 100 milímetros ao longo do dia. As rajadas de vento podem chegar a 100 km/h.


O instituto alerta para o risco de interrupções no fornecimento de energia elétrica, queda de árvores, danos em plantações e alagamentos. O aviso entrou em vigor à meia-noite e permanece válido até as 23h59 desta segunda-feira, horário de Brasília.


Ao todo, 366 municípios dos três estados estão incluídos no alerta laranja, que corresponde ao nível de perigo na classificação meteorológica.


Quais estados estão sob alerta de chuvas intensas?


Além do alerta laranja, o Inmet publicou avisos amarelos, classificados como perigo potencial, para outras regiões do país.


Um dos avisos de tempestade abrange municípios de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.


Nessas áreas, a previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia, acompanhada de ventos entre 40 e 60 km/h e possibilidade de granizo.


Há também um aviso específico de chuvas intensas que abrange áreas de 11 estados e do Distrito Federal: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.


Esse último alerta atinge 2.237 municípios e prevê chuva de até 50 milímetros por dia, além de rajadas de vento que podem chegar a 60 km/h.


Os avisos abrangem municípios específicos, não necessariamente todo o território de cada estado.


Quais cidades podem enfrentar os temporais mais fortes?


No Paraná, o alerta laranja cobre grande parte do estado, incluindo regiões como Norte Pioneiro, Norte Central, Noroeste, Oeste, Sudoeste, Centro-Sul e Centro Oriental.


Em São Paulo, o aviso de maior gravidade inclui municípios das regiões de Assis, Presidente Prudente e Itapetininga.


Já em Mato Grosso do Sul, as áreas do leste e do sudoeste do estado estão entre as que podem registrar tempestades mais intensas.


Moradores dessas localidades devem acompanhar as atualizações meteorológicas, especialmente durante deslocamentos e atividades ao ar livre no feriado.


Belo Horizonte recebeu alerta severo nos celulares


A Defesa Civil de Belo Horizonte, em Minas Gerais, também enviou um alerta severo de chuvas intensas aos celulares dos moradores neste domingo (1º).


A mensagem avisava sobre a possibilidade de enxurradas e alagamentos na capital mineira.

"Alerta de chuvas intensas com risco de enxurradas e alagamentos em Belo Horizonte nas próximas duas horas. Proteja-se!", informou o comunicado da Defesa Civil.


O aviso foi encaminhado por meio do sistema Defesa Civil Alerta, que utiliza as redes de telefonia móvel para enviar notificações sonoras e mensagens de emergência.


O sistema pode emitir alertas mesmo quando o celular está no modo silencioso e não exige cadastro prévio dos usuários que estejam nas áreas abrangidas e tenham aparelhos compatíveis.


O comunicado de Belo Horizonte tinha validade de duas horas no domingo e não deve ser confundido com os avisos meteorológicos do Inmet para esta segunda-feira.


Qual é a diferença entre os alertas amarelo, laranja e vermelho?


O Inmet utiliza três níveis para classificar a gravidade dos fenômenos meteorológicos.

O alerta amarelo significa perigo potencial. Nesse caso, as condições meteorológicas podem provocar transtornos, mas o risco previsto é menor.


O alerta laranja indica perigo e exige maior atenção da população, pois há possibilidade de fenômenos mais intensos e danos materiais.


Já o alerta vermelho representa grande perigo, com possibilidade de ocorrências meteorológicas de intensidade excepcional e riscos elevados à população.


Para esta segunda-feira, o aviso de tempestade destacado pelo Inmet para Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul é laranja, não vermelho.


O que fazer durante uma chuva intensa?


O Inmet orienta que a população evite permanecer debaixo de árvores durante rajadas de vento, devido ao risco de queda e de descargas elétricas.


O instituto também recomenda não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.


"Em caso de rajadas de vento: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas", informa o aviso oficial do Inmet.


Nas regiões sob alerta laranja, a orientação é desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, se possível e em condições seguras.


A Defesa Civil também recomenda evitar ruas alagadas, não atravessar enxurradas e manter distância de córregos e áreas sujeitas a inundações.


Em caso de emergência, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 ou com o Corpo de Bombeiros pelo 193.


Os avisos atualizados e a relação completa dos municípios afetados estão disponíveis no portal oficial do Inmet. Noticias ao Minuto


 
 
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O plenário do Senado Federal deve analisar nesta terça-feira (3), a partir das 16h, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.


A matéria prevê maior integração entre as forças de segurança federais, estaduais e municipais, além de regras mais rigorosas para integrantes e líderes de facções criminosas, milícias e organizações paramilitares.


A votação foi incluída na pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A proposta, de autoria do Poder Executivo, já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em outubro.


O plenário do Senado Federal deve analisar nesta terça-feira (3), a partir das 16h, a PEC da Segurança Pública. | Foto: SSP-BA


A PEC 18/2025 foi apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O chefe do Executivo já manifestou a intenção de criar o Ministério da Segurança Pública, atualmente incorporado ao Ministério da Justiça, após a aprovação da proposta.


Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. A Casa aprovou um calendário especial que permite acelerar a tramitação, dispensando as sessões de discussão previstas normalmente antes de cada turno.


Veja os principais pontos da PEC


  • Inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição: estabelece que a segurança pública deve funcionar em regime de cooperação federativa, com atuação integrada e descentralizada das instituições;

  • Regras mais rigorosas para integrantes de facções e milícias: prevê prisão obrigatória em unidades de segurança máxima para líderes e integrantes de organizações criminosas, além de restrições à progressão de regime e a benefícios processuais;

  • Medidas patrimoniais contra o crime organizado: permite o confisco de bens relacionados a atividades criminosas, prevê a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e estabelece proteção a denunciantes e familiares;

  • Possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil: as corporações poderão atuar no policiamento ostensivo e comunitário, sob controle externo do Ministério Público e seguindo critérios estabelecidos na proposta;


  • Ampliação das atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF): inclui o policiamento de ferrovias e hidrovias federais;

  • Criação do Sistema de Políticas Penais: estabelece mecanismos de integração entre os órgãos responsáveis pela execução penal e pela administração do sistema prisional;

  • Distribuição de recursos para estados e municípios: prevê o repasse de 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), observadas as exceções previstas no texto;


  • Destinação de recursos do Fundo Social: determina o repasse de 10% do superávit financeiro do fundo, ligado ao pré-sal, para o financiamento de políticas de segurança pública e execução penal.


Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis. | Foto: SSP-BA


Emendas propõem redução da maioridade penal


Até a última sexta-feira (30), cinco emendas haviam sido apresentadas à PEC no plenário do Senado. Duas delas propõem mudanças na maioridade penal.


O senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação, sugeriu reduzir de 18 para 16 anos a idade para responsabilização penal nos casos de crimes hediondos.


Já Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas e terrorismo.


Até a última sexta-feira (30), cinco emendas haviam sido apresentadas à PEC no plenário do Senado. | Foto: SSP-BA


Outra emenda, apresentada pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), propõe destinar recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública às Forças Armadas para ações de defesa civil, combate a crimes transfronteiriços e ambientais e operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).


O senador Eduardo Gomes (PL-TO) apresentou duas sugestões. Uma delas prevê a inclusão dos agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição, atribuindo a eles o patrulhamento viário de natureza policial. A outra propõe incluir órgãos estaduais e distrital do sistema socioeducativo entre as instituições de segurança pública.


Violência na Bahia


A Bahia continua entre os estados com maiores taxas de homicídio do Brasil, segundo o Atlas da Violência 2026, divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).


De acordo com o levantamento, a Bahia registrou taxa de 40,9 homicídios para cada 100 mil habitantes em 2024, a segunda maior do país, atrás apenas do Amapá, que apresentou índice de 45,7.


Em números absolutos, a Bahia registrou 6.061 mortes violentas em 2024, o maior do país e à frente de estados mais populosos, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo o estudo, Pernambuco aparece na segunda posição nacional, com 3.534 homicídios registrados em 2024. O número baiano representa 71,5% a mais do que o contabilizado pelo estado vizinho.


Apesar do número absoluto elevado, o Atlas também aponta redução nos homicídios na Bahia em comparação com anos anteriores. O estado foi um dos que apresentaram maior queda absoluta no número de assassinatos em 2024, com 555 mortes a menos em relação ao ano anterior. AratuOn


 
 
Foto: Notícias de Santaluz
Foto: Notícias de Santaluz

Um homem de 30 anos morreu após a moto que pilotava bater em uma árvore na noite de domingo (1º), em Santaluz, na região sisaleira da Bahia. Júlio de Jesus Araújo sofreu o acidente por volta das 21h, no bairro Morro dos Lopes, na saída para o distrito do Pereira.


Segundo a Polícia Militar, testemunhas contaram que o motociclista estava em alta velocidade quando perdeu o controle da moto e bateu na árvore.


Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte no local. A PM isolou a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a perícia e a remoção do corpo para necropsia.

CN | Informações do site Notícias de Santaluz


 
 
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