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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A professora de Direito Penal e escrivã da Polícia Civil, Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas dentro de uma faculdade particular em Porto Velho, Rondônia.


O crime aconteceu na noite de sexta-feira (6) e causou forte comoção entre colegas, estudantes e familiares.


Apesar de atuar na Região Norte, Juliana tinha uma história ligada à Bahia. Ela cresceu em Salvador após se mudar ainda criança com a família, estudou no Colégio Antônio Vieira e se formou em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal). Amigos a descrevem como uma profissional dedicada e comprometida com a educação.


O Colégio Antônio Vieira divulgou uma nota lamentando a morte da ex-aluna e destacou a tristeza da comunidade escolar diante da perda.


Ao longo da carreira, Juliana também manteve registro ativo na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) até 2016, participou de processos seletivos no estado e chegou a conquistar o terceiro lugar em uma seleção para estágio na Defensoria Pública da Bahia.


Depois, mudou-se para Rondônia, onde viveu inicialmente em Vilhena antes de se estabelecer em Porto Velho. Na cidade, conciliava o trabalho como escrivã da Polícia Civil com a docência universitária. Mesmo morando longe, costumava retornar à Bahia para visitar parentes e amigos.


Segundo a instituição de ensino, o autor do ataque é João Júnior de Oliveira, de 24 anos, estudante da própria faculdade. Ele foi contido por outro aluno — que é policial — ao tentar fugir e acabou preso em flagrante.


Em depoimento, o suspeito confessou o crime e afirmou que mantinha um relacionamento com a professora, alegando que teria cometido o ataque após perceber um afastamento. O caso será investigado pelas autoridades. Voz da Bahia


 
 
© Getty
© Getty

O esquiador finlandês Remi Lindholm, de 28 anos, sabe bem como o frio extremo pode ir além do desconforto físico comum aos esportes de inverno.


Em duas ocasiões distintas, ele sofreu um episódio raro e doloroso: o congelamento do pênis durante competições oficiais, situação que voltou a ganhar atenção às vésperas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina.

 

O primeiro caso ocorreu em 2021, na etapa da Copa do Mundo de Ruka, na Finlândia. Em entrevista ao tabloide britânico Daily Star, Lindholm resumiu a experiência como “uma dor praticamente insuportável”.


Na ocasião, as temperaturas extremamente baixas afetaram várias partes do corpo dos atletas, mas o finlandês acabou enfrentando uma consequência ainda mais severa.


Um ano depois, o problema se repetiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022. Durante a prova masculina de esqui cross-country de 50 km  reduzida para 30 km por causa dos ventos fortes , Lindholm voltou a sofrer congelamento genital.


Ao site australiano News.com.au, ele relatou que a posição final na corrida se tornou irrelevante diante da dor. “Vocês provavelmente conseguem imaginar o que estava congelado quando cheguei à linha de chegada. Foi uma das piores competições da minha carreira”, disse.


Segundo o atleta, o momento mais crítico veio após o término da prova, quando o corpo começou a recuperar a temperatura. “Quando as partes do corpo começaram a esquentar, a dor ficou insuportável”, contou. Lindholm precisou receber uma bolsa de água quente para acelerar o processo de descongelamento.


Apesar de os episódios terem ficado no passado, a história de Remi Lindholm segue como uma das mais curiosas já relatadas em competições de esqui extremo. O finlandês, no entanto, não está nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Segundo o site News, a federação do país optou por outros atletas para compor a equipe olímpica.


Do congelamento ao debate sobre vantagem esportiva


A história de Lindholm acabou abrindo espaço para um tema inusitado que também passou a circular nos bastidores dos esportes de inverno. Em janeiro, o jornal alemão Bild revelou denúncias de que alguns atletas do salto de esqui estariam recorrendo à aplicação de ácido hialurônico no pênis antes das medições oficiais dos trajes.


A substância, que não é proibida, pode aumentar a circunferência em um ou dois centímetros.


Segundo a Federação Internacional de Esqui (FIS), isso poderia ampliar a área de superfície do macacão e melhorar a aerodinâmica durante o voo. “Cada centímetro extra em um traje conta. Se a área de superfície aumentar 5%, você voa mais longe”, afirmou ao Bild Sandro Pertile, diretor de provas masculinas da entidade.


Durante entrevista coletiva em Milão, o diretor-geral da Agência Mundial Antidoping (Wada), Olivier Niggli, disse não ter conhecimento detalhado do caso, mas foi direto ao comentar o tema.


“Se algo concreto surgir, vamos investigar para avaliar se há relação com doping”, afirmou. O presidente da Wada, Witold Banka, tratou o assunto com ironia: “O salto de esqui é muito popular na Polônia, então prometo que vou analisar isso”.


A FIS, por sua vez, nega que haja qualquer indício da prática. Em nota, a entidade explicou que os atletas são medidos com scanners 3D, usando apenas roupa íntima justa, e que as regras já preveem tolerâncias técnicas de centímetros nas medições. Até agora, não há confirmação oficial de irregularidades. Noticias ao Minuto


 
 
Foto: Reprodução
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Um jovem de 22 anos foi morto a tiros na noite de sábado (7), na localidade da Fazenda Cedro, em São Gonçalo dos Campos. O homicídio ocorreu por volta das 23h e foi registrado pela 67ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM).


Segundo informações apuradas com a polícia, a guarnição foi acionada após relatos de disparos de arma de fogo com vítima no local.


Ao chegar, os policiais encontraram a área já isolada pela Guarda Civil Municipal de São Gonçalo dos Campos e a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que confirmou o óbito ainda no local.


A vítima foi atingida com várias perfurações provocadas por arma de fogo e apesar do socorro, não resistiu.


Ainda segundo a polícia, o irmão da vítima esteve no local e confirmou a identidade do jovem, mas o nome não foi divulgado pelas autoridades.


O irmão ainda informou à polícia que não sabe a motivação nem a autoria do crime, relatando apenas que o irmão tinha passagens pela delegacia por tráfico de drogas.


O caso foi registrado como homicídio e será investigado pela Polícia Civil. A autoria do crime e a motivação permanecem desconhecidas.


A delegada Daniele Matias presidiu o levantamento cadavérico e encaminhou o corpo para o Departamento de Polícia Técnica.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


 
 
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