

Fernanda Ribeiro dos Santos, de 21 anos, foi encontrada morta em uma área de vegetação no município de Santaluz, na região sisaleira da Bahia. Antes de ser assassinada, a jovem gravou um vídeo, em que relatava estar sendo ameaçada por integrantes de uma facção criminosa.
Nas imagens, Fernanda afirma que não poderia comparecer ao fórum na segunda-feira e relata que vinha passando as noites em um cemitério.
Segundo informações preliminares, a jovem foi morta a pedradas. Após o crime, os suspeitos ainda teriam tentado incendiar o corpo, que foi encontrado parcialmente carbonizado.
De acordo com a Polícia Civil, um jovem de 18 anos foi preso e um adolescente de 16 anos foi apreendido em Serrinha, também na Bahia, suspeitos de envolvimento no homicídio. O adolescente é investigado por ato infracional análogo ao crime.
Ainda conforme informações preliminares, os dois teriam confessado participação no crime e apresentado uma versão para a motivação. Eles alegaram que Fernanda e o namorado teriam feito ameaças contra eles. A versão apresentada pelos suspeitos deverá ser apurada durante a investigação.
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Uma operação realizada por policiais militares do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM), com sede em Serrinha, resultou na apreensão de 90 quilos de maconha e na prisão de um homem suspeito de tráfico de drogas, na noite de terça-feira (13), na BR-116.
De acordo com informações divulgadas pela assessoria de comunicação do batalhão, guarnições da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO) realizavam patrulhamento ostensivo quando perceberam uma atitude suspeita do condutor de uma Fiat Toro prata, que transpôs um redutor de velocidade ao notar a aproximação das viaturas.
Diante da situação, os policiais decidiram abordar o veículo. Durante a revista, encontraram 90 quilos de maconha, distribuídos em 114 embalagens seladas a vácuo. Além da droga, foram apreendidos uma mochila, um notebook e um aparelho celular.
O motorista recebeu voz de prisão e foi conduzido, juntamente com o veículo e todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
A Polícia Militar não informou a identidade do suspeito, a origem da droga nem qual seria seu destino. Calila Notícias – Com informações do 16º BPM/Serrinha



O Acidente Vascular Cerebral (AVC) continua sendo um dos principais desafios da saúde pública e uma das maiores causas de morte e incapacidade no mundo.
Em outubro, mês dedicado à conscientização sobre a doença, o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, reforça a importância do reconhecimento precoce dos sintomas, do atendimento rápido e da adoção de hábitos saudáveis para reduzir os riscos.
Como parte das ações educativas, a unidade realiza, no próximo dia 18 de outubro, a sexta edição da Corrida de Prevenção ao AVC.
Dados internacionais apontam que quase 12 milhões de pessoas sofrem um AVC anualmente em todo o mundo, sendo que mais da metade dos casos ocorre em pessoas com menos de 70 anos.
Na Bahia, o cenário também preocupa, com mais de 17 mil internações por AVC a cada ano na rede pública de saúde. No Hospital Geral Clériston Andrade, referência em atendimentos de média e alta complexidade para Feira de Santana e região, aproximadamente 1.200 pacientes são internados anualmente em decorrência da doença.
O mês de outubro ganha destaque na mobilização contra o AVC, especialmente no dia 29, quando é celebrado o Dia Mundial do AVC, data que busca ampliar o conhecimento da população sobre os fatores de risco, os sinais de alerta e as possibilidades de prevenção e tratamento.
De acordo com a neurologista Renata Nunes, coordenadora do Serviço de Neurologia do HGCA, reconhecer rapidamente os sintomas pode fazer a diferença entre a recuperação e a permanência de sequelas graves.
“O AVC é uma emergência médica e cada minuto faz diferença. Quando o paciente apresenta sinais como boca torta, fraqueza em um dos lados do corpo ou dificuldade para falar, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
Em pacientes que atendem aos critérios clínicos, o tratamento com trombolítico pode ser realizado nas primeiras quatro horas e meia após o início dos sintomas, aumentando as chances de recuperação e reduzindo o risco de sequelas.
Em alguns casos, o paciente pode até se recuperar sem apresentar limitações”, explica a neurologista.
A especialista ressalta que, diante de qualquer suspeita de AVC, a orientação é acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo número 192. A rapidez no atendimento é determinante para que o paciente tenha acesso às opções terapêuticas disponíveis.
Prevenção começa com mudanças de hábitos
Embora o atendimento rápido seja essencial, a principal estratégia para reduzir o impacto do AVC continua sendo a prevenção.
O controle da hipertensão arterial, do diabetes e do colesterol, a interrupção do tabagismo, a alimentação equilibrada e a prática regular de atividades físicas estão entre as medidas recomendadas para diminuir o risco da doença.
Para Renata Nunes, a atividade física merece atenção especial por seus benefícios para a saúde cardiovascular e cerebral.
“Precisamos mostrar à população que prevenir o AVC é possível e que pequenas mudanças na rotina podem trazer grandes benefícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar a pressão arterial, o peso e outros fatores de risco.
A corrida nasceu justamente desse desejo de levar a informação para além dos consultórios e incentivar as pessoas a cuidarem da própria saúde antes que a doença aconteça”, destaca a neurologista, idealizadora da Corrida de Prevenção ao AVC.
Corrida mobiliza população pela saúde e prevenção
A sexta edição da Corrida de Prevenção ao AVC, promovida pelo Hospital Geral Clériston Andrade, será realizada no dia 18 de outubro. A iniciativa busca incentivar a prática de exercícios físicos e ampliar a conscientização sobre uma doença que pode provocar consequências graves, mas cujos riscos podem ser reduzidos com medidas preventivas.
Para a diretora-geral do HGCA, Cristiana França, a realização da corrida pelo sexto ano representa o compromisso da instituição com a promoção da saúde e a aproximação com a comunidade.
“O Hospital Clériston Andrade tem um papel fundamental na assistência aos pacientes que sofrem um AVC, mas entendemos que nossa responsabilidade também está na prevenção. Chegar à sexta edição dessa corrida demonstra a continuidade de um trabalho que ultrapassa os muros do hospital.
Queremos sensibilizar a população para a importância do autocuidado, da atividade física e do reconhecimento dos sinais da doença. Cada pessoa que passa a adotar hábitos mais saudáveis representa um avanço na nossa missão de cuidar da vida”, afirma a gestora.
Além de estimular a prática esportiva, a corrida reforça a importância de transformar a informação em atitudes cotidianas. A mobilização integra as ações de conscientização do mês de outubro e antecede o Dia Mundial do AVC, celebrado em 29 de outubro. Acorda Cidade


















