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NOTÍCIAS;

© Reuters
© Reuters

O WhatsApp está trabalhando em uma nova funcionalidade np seu app para celulares, a qual permitirá aos usuários saberem quando receberam uma mensagem em uma conversa individual ou em grupos.

 

Segundo o site WABetaInfo, o WhatsApp está se preparando para introduzir notificações com formato de “bolhas”, sendo exibidas no topo da tela assim que a mensagem for recebida. Diz a publicação que esta funcionalidade se encontra sendo testada na versão Android do WhatsApp.


A notificação incluirá não só o nome do contato, como também a fotografia de perfil. Ao clicar nesta fotografia, será exibida uma versão compacta do app que lhe permitirá ler as últimas mensagens e responder sem sair do outro app em que estiver e sem a necessidade de entrar diretamente no WhatsApp.


"A funcionalidade será particularmente útil em situações onde os usuários têm de fazer várias tarefas sem interromperem o que estão fazendo", pode ler-se no WABetaInfo. "Por exemplo, alguém pode estar vendo um vídeo. Quando o a bolha do WhatsApp aparece, permitirá abrir rapidamente a conversa sem abandonar a tela atual.


Isto tornará mais fácil responder uma vez que os usuários podem responder de forma instantânea e verem as últimas mensagens compartilhadas na conversa. Ao invés de estarem sempre a trocar entre o app do momento e o WhatsApp, os usuários poderão lidar com as conversas sem saírem da app que estão a usar na altura".


É importante destacar que esta funcionalidade ainda se encontra sendo testada e não se encontra disponível na versão beta do WhatsApp, pelo que não se sabe quando é que chegará à versão final do app de mensagens.


Ainda assim, o site WABetaInfo já conseguiu partilhar imagens (abaixo) que permitem saber como será usar estas novas notificações.


Apesar de estar sendo testada na versão Android do WhatsApp, acredita-se que esta novidade também virá a estar disponível na app para iPhones. Noticias ao Minuto


 
 
© Agência Brasil / Bruno Peres
© Agência Brasil / Bruno Peres

Um novo tipo de vírus bancário voltado para dispositivos Android tem como alvo usuários brasileiros e utiliza o sistema Pix para desviar dinheiro de forma quase imediata.


De acordo com um relatório da Zimperium, o malware, chamado PixRevolution, é capaz de interferir em transferências no exato momento em que elas estão sendo realizadas.

 

Segundo a Zimperium, o PixRevolution integra uma nova geração de trojans financeiros criados especificamente para explorar o Pix no Brasil. Classificado como um “agent-operated Android trojan”, esse tipo de malware permite que um operador acompanhe e interaja com o dispositivo da vítima em tempo real.


A campanha tem como alvo aplicativos de instituições financeiras populares, como Nubank, Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander Brasil, PicPay, PagSeguro, Sicredi e XP Investimentos.


O ataque combina espionagem com controle ativo do aparelho. Utilizando permissões de acessibilidade do Android, o vírus consegue ler conteúdos exibidos na tela, monitorar interações e até executar comandos automaticamente.


Entre as técnicas empregadas estão sobreposição de tela, captura de credenciais, interceptação de notificações e automação dentro dos aplicativos bancários.


A infecção geralmente começa com aplicativos falsos que imitam serviços conhecidos, como Expedia, Correios ou até instituições oficiais, além de outros nomes usados como isca. Esses apps enganam o usuário e facilitam a instalação do malware.


Na prática, o vírus não apenas observa, mas também executa ações, podendo preencher dados e confirmar transações sem que a vítima perceba.


Fernando Serto, Field CTO na Akamai, explica esse comportamento: “malwares financeiros são projetados para monitorar o comportamento do usuário e só são ativados quando identificam uma ação sensível, como a abertura de um aplicativo bancário ou até mesmo durante o início de uma transação via Pix.”


Um dos aspectos mais críticos é a atuação em tempo real. O operador pode acompanhar a transação e interferir exatamente no momento da confirmação, alterando dados ou redirecionando valores.


“Como o Pix é um método de pagamento instantâneo, o ataque acontece dentro de um tempo muito curto, reduzindo as chances de reversão”, afirma Serto. Ele acrescenta: “Os ataques partem do dispositivo da própria vítima e utilizam credenciais válidas, dentro de um fluxo esperado, reduzindo os sinais de anomalias”.


Apesar da sofisticação, a infecção ainda depende, em grande parte, da ação do usuário, geralmente por meio de engenharia social. “Hoje já é possível uma combinação dos dois modelos, mas a infecção inicial ainda depende muito de engenharia social", reforça o especialista.


A dificuldade de detecção está ligada ao fato de que o golpe ocorre durante ações legítimas. “Por exemplo, o comportamento do usuário hoje está cada vez mais orientado por velocidade e fluidez, que inclusive a nossa pesquisa mostra que são os principais fatores na escolha de um banco. E os ataques se aproveitam justamente dessa dinâmica”, explica.


Mesmo assim, sinais como lentidão, apps desconhecidos, pedidos incomuns de permissões e movimentações financeiras suspeitas podem indicar infecção. Para se proteger, recomenda-se evitar aplicativos fora de lojas oficiais, desconfiar de links e revisar permissões, especialmente as de acessibilidade. Também é essencial manter o celular atualizado e redobrar a atenção durante transações via Pix. Agência Brasil


 
 
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4751/24, que proíbe radar de trânsito escondido e endurece as regras para a instalação desses equipamentos no Brasil. O texto estabelece critérios mais rígidos de visibilidade e sinalização.


O substitutivo aprovado, de autoria da relatora Rosana Valle (PL-SP), altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para padronizar a fiscalização sob uma ótica educativa, e não apenas punitiva.


O que muda com as novas regras?


O projeto estabelece exigências técnicas que visam dar mais previsibilidade ao condutor. Confira os principais pontos:


- Fica terminantemente proibida a instalação de radares fixos atrás de árvores, postes, marquises ou passarelas. A regra estende-se aos radares portáteis operados por agentes, que deverão estar sempre visíveis.


- Em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido, os radares fixos deverão ser acompanhados obrigatoriamente por painéis eletrônicos que mostram a velocidade do veículo no momento da passagem.


- A instalação de novos equipamentos exigirá estudos técnicos prévios. Além disso, os órgãos de trânsito deverão publicar na internet a lista completa de radares, contendo localização exata e a data da última aferição pelo Inmetro.


- O texto proíbe radares portáteis próximos aos fixos. A distância mínima será de 500 metros em perímetros urbanos e 2 km em rodovias.


Próximos passos


A deputada Rosana Valle destacou que a medida busca combater a "indústria da multa". Segundo a parlamentar, o objetivo é garantir que a fiscalização seja um ato transparente, permitindo que o motorista corrija sua conduta antes de ser penalizado.


"A fiscalização deve ter caráter educativo e preventivo, e não servir como uma armadilha para o cidadão", afirmou a relatora.


A proposta, de autoria original do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), tramita em caráter conclusivo. O texto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, se aprovado, seguirá para o Senado Federal antes de seguir para sanção presidencial.


Mapa do trânsito em Salvador: veja o tráfego em tempo real agora


Se você mora ou está de passagem pela capital baiana, sabe que planejar o trajeto é essencial para não perder tempo. O trânsito em Salvador é dinâmico e pode mudar rapidamente devido a obras, eventos ou incidentes nas principais vias.


Nesta página, você acompanha o mapa do trânsito em Salvador em tempo real e recebe dicas de como escapar dos principais congestionamentos da cidade.


Principais ferramentas para monitorar o tráfego


Para fugir dos engarrafamentos, as melhores opções são:


  1. Google Maps: Ideal para ver o mapa de calor (vermelho para parado, verde para livre).


  2. Waze: Ótimo para alertas de acidentes, buracos e blitze em Salvador.


  3. Transalvador: Fique atento aos boletins oficiais sobre interdições e obras emergenciais.

    Fonte:AratuOn

 
 
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