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Foto: Divulgação
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O Governo de São Paulo gastou cerca de R$ 300 mil com as viagens de um capitão da Polícia Militar que faz a segurança pessoal do ex-governador João Doria (sem partido).


Um decreto assinado pelo então governador Geraldo Alckmin (PSB), em 2004, dá direito a ex-governadores e seus familiares terem segurança oferecida pela Casa Militar do governo durante todo o mandato subsequente.


Segundo o Portal da Transparência, desde 31 de março de 2022 , quando Doria renunciou ao cargo para tentar se candidatar à Presidência da República , o capitão da PM Marcelo Kamada, que era ajudante de ordens de Doria desde o governo, teve R$ 290,7 mil em passagens aéreas pagas pelo governo do estado.


Esse valor cobre viagens em que o policial acompanhou Doria a pelo menos 11 países diferentes, alguns mais de uma vez: Inglaterra, EUA, China, Emirados Árabes, Suíça, Panamá, Holanda, Portugal, Índia, Itália e França. Entre as cidades visitadas com o servidor da Casa Militar estão Dubai (pelo menos seis vezes), Paris, Roma, Miami, Amsterdam, Mumbai, Nova York e Londres.


Apenas uma dessas viagens, em que o policial acompanhou o ex-governador a Nova York, custou R$ 17 mil aos cofres do estado em passagens de ida e volta emitidas em maio de 2023, cerca de um mês depois que Doria deixou o governo. BNews


 
 
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Brasileiros que possuem empréstimos ativos já podem trocar de banco de forma totalmente digital para buscar taxas de juros menores.


A nova funcionalidade começou a valer nesta semana e permite realizar todo o processo pelo celular, por meio do sistema Open Finance, regulamentado pelo Banco Central do Brasil. As informações são do g1.


De acordo com o Banco Central, a medida vale, neste primeiro momento, para o crédito pessoal não consignado — modalidade em que os juros apresentam grande variação no mercado, podendo oscilar entre 1% e 21% ao mês, fator que frequentemente contribui para o endividamento dos consumidores.


Com a nova ferramenta, o cliente pode autorizar o compartilhamento seguro de seus dados financeiros entre as instituições participantes, possibilitando a comparação de propostas e a migração para ofertas mais vantajosas, sem precisar ir a uma agência ou negociar diretamente com o banco de origem.


Segundo o BC, todo o procedimento ocorre de forma automatizada e dentro das regras do sistema financeiro, o que reduz riscos de fraude e amplia a transparência das operações. A expectativa é que a iniciativa aumente a concorrência entre as instituições e dê mais autonomia ao consumidor na gestão de suas dívidas.


Especialistas do setor avaliam a medida como positiva, destacando que a portabilidade digital tende a facilitar o acesso a taxas mais justas e a evitar a contratação de créditos com encargos abusivos. No modelo tradicional, o processo pode levar até cinco dias úteis; com o Open Finance, o prazo pode ser reduzido para menos de três dias.


O serviço é gratuito e de adesão obrigatória para todos os bancos participantes do sistema. A previsão do Banco Central é ampliar, até novembro, a portabilidade digital para outras modalidades de crédito, incluindo o empréstimo consignado.


 
 
Foto: Letícia Martins | EC Bahia
Foto: Letícia Martins | EC Bahia

O empate do Bahia em Juazeiro terminou com clima de insatisfação fora das quatro linhas. Após a partida no Estádio Adauto Moraes, o técnico Rogério Ceni demonstrou incômodo não apenas com as condições do gramado, mas principalmente com a atuação da arbitragem em um lance decisivo nos minutos finais do confronto.


Já nos acréscimos, o árbitro Emerson Souza Silva assinalou pênalti após um suposto toque de mão do zagueiro Gabriel Xavier em chute de Romarinho, quando o placar marcava 1 a 1. A marcação poderia resultar na primeira derrota do Tricolor na temporada. No entanto, a principal polêmica foi que a bola atingiu o rosto do defensor, e não a mão, como indicado inicialmente.


Depois de intensa reclamação dos jogadores e da comissão técnica, o juiz voltou atrás na decisão após conversa com os assistentes e revogou a penalidade. Apesar disso, aplicou cartão amarelo em Rogério Ceni por protestos à beira do campo, o que ampliou a irritação do treinador na coletiva de imprensa.


Em tom irônico, Ceni questionou a convicção da arbitragem e fez referência ao uso do VAR na competição. “Deve ter vindo uma voz do além para dizer que bateu no rosto do jogador”, disparou. O técnico também criticou a advertência recebida. “O mais impressionante é a convicção com que o árbitro marca o pênalti. E aí você vai lá brigar pela verdade e leva cartão”, completou.


O episódio repercutiu entre torcedores e reacendeu debates sobre critérios de arbitragem no Campeonato Baiano, especialmente em lances decisivos que podem alterar o resultado das partidas. Para o Bahia, o empate manteve a invencibilidade, mas a discussão sobre o lance seguiu como o principal assunto após o apito final.


 
 
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