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Foto:reprodução
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Um terceiro suspeito de envolvimento no assassinato do capitão da Polícia Militar Osniésio Pereira Salomão, de 37 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (20), em Salvador. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.


O crime aconteceu na noite da última quinta-feira (15), durante a Lavagem do Bonfim, na Avenida Lafayete Coutinho, conhecida como Contorno. O capitão foi vítima de uma tentativa de assalto e acabou trocando tiros com um dos criminosos, que também morreu no local.


De acordo com a Polícia Civil, o homem preso foi identificado como Gabriel dos Santos, de 25 anos. Ele seria o responsável por pilotar a motocicleta utilizada na ação criminosa.


O suspeito teve o mandado de prisão cumprido após se apresentar ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Com a prisão, a Polícia Civil informou que o caso está considerado elucidado.


 
 
Foto: Freepik
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Um dos maiores estudos sobre saúde cardiovascular do mundo trouxe um alerta preocupante: cerca de 40% dos infartos acontecem em pessoas classificadas como de baixo risco pelos modelos tradicionais usados na medicina.


Ou seja, quase metade dos casos ocorre em indivíduos que não são prioridade nas políticas de prevenção e, muitas vezes, não recebem acompanhamento contínuo.


O dado vem do estudo PURE, que acompanhou aproximadamente 200 mil pessoas em 21 países, incluindo o Brasil. A pesquisa analisou, ao longo dos anos, como fatores sociais, econômicos e comportamentais influenciam o surgimento de doenças cardiovasculares em áreas urbanas e rurais.


O principal recado é claro: o risco cardiovascular não depende apenas de exames ou cálculos isolados, mas também do modo de vida e da forma como a sociedade se organiza.


Com o avanço da urbanização, aumentam o sedentarismo, a alimentação pouco saudável e o estresse, abrindo caminho para hipertensão, obesidade, diabetes e, mais tarde, infarto e AVC.

Outros grandes estudos reforçam esse cenário.


Pesquisas internacionais apontam que a maioria dos infartos e derrames está ligada a um conjunto limitado de fatores modificáveis, como tabagismo, pressão alta, colesterol alterado, obesidade abdominal, má alimentação, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, estresse e depressão.


No Brasil, a hipertensão segue como o principal fator de risco. Mesmo com tratamento eficaz disponível, o controle ainda é baixo e muitas pessoas sequer sabem que têm a condição.


Além disso, falhas no acesso a diagnóstico, medicamentos e acompanhamento aumentam o risco de complicações graves, especialmente em regiões mais pobres.


A pesquisa também destacou hábitos que fazem diferença: alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e verduras, prática regular de atividade física, preservação da força muscular e controle adequado da pressão arterial reduzem significativamente o risco de morte precoce.


A conclusão dos especialistas é direta: o conhecimento científico já existe, mas ainda é pouco aplicado no dia a dia. O desafio agora não é descobrir novos fatores de risco, e sim transformar o que já se sabe em políticas públicas, cuidado contínuo e escolhas saudáveis ao longo da vida.


Viver mais não é apenas somar anos, mas garantir mais qualidade, autonomia e saúde ao longo do tempo. g1


 
 
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Voltou a circular nas redes sociais a informação de que o Pix passaria a ser monitorado ou taxado pela Receita Federal. O boato surgiu a partir de interpretações incorretas de uma instrução normativa publicada em agosto do ano passado, mas o Fisco afirma que não há qualquer mudança nesse sentido.


Segundo a Receita, a regra apenas estendeu às fintechs e instituições de pagamento obrigações de transparência que já existem para os bancos tradicionais desde 2015. Isso significa que não há acesso a dados individuais, valores de transferências ou identificação de gastos dos usuários.


O órgão reforça que o Pix continua sem taxação e que a norma não autoriza rastreamento de transações pessoais. O objetivo é impedir que plataformas financeiras sejam usadas para lavagem de dinheiro ou ocultação de patrimônio, sem violar o sigilo bancário.


A Receita também alertou que informações falsas têm sido usadas para gerar medo na população e até favorecer golpes. Criminosos se aproveitam da desinformação para pedir pagamentos indevidos ou dados pessoais.


Sobre o Imposto de Renda, o Fisco lembrou que desde janeiro quem ganha até R$ 5 mil por mês está isento, e quem recebe até R$ 7.350 tem redução no imposto, medidas que não têm qualquer relação com o Pix.


A orientação é desconfiar de mensagens alarmistas e buscar sempre informações em canais oficiais ou na imprensa profissional. Agência Brasil


 
 
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