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Algoz de Geddel no governo Temer, Calero critica liberdade condicional de ex-ministro


O secretário de Governo e Transparência do Rio de Janeiro e deputado federal licenciado Marcelo Calero (Cidadania-RJ), não se conformou com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de conceder liberdade condicional ao ex-ministro do governo Michel Temer, Geddel Vieira Lima (MDB) (veja aqui).


Em 2016, quando era ministro da Cultura, Calero acusou Geddel, então na Secretária de Governo, de pressioná-lo para liberar autorização do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para a construção do empreendimento imobiliário La Vue, na Ladeira da Barra, que fica nos arredores de uma área tombada (lembre aqui). Em março de 2020, Geddel foi foi condenado pela Justiça Federal de Brasília por improbidade administrativa no caso (leia mais aqui).


"Tinha uma condenação super extensa, cumpriu menos de 1/3 da pena e já vai para casa. A culpa é do Fachin ? Não, é da legislação que já tentamos mudar inúmeras vezes, mas não conseguimos e que beneficia bandido de colarinho branco. Infelizmente neste caso a gente pode dizer que para ele valeu a pena. Até o Enem ele fez como artifício para reduzir a condenação”, comentou Calero em uma publicação nas redes sociais.


Geddel foi condenado a 13 anos e quatro meses imposta no processo no caso das malas com R$ 51 milhões encontradas em um apartamento de luxo na Graça, em Salvador. O baiano cumpre pena desde julho de 2017, quando foi decretada sua prisão provisória.

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