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Apesar de série de pendências, diretor citado em propina autorizou R$ 1,6 bilhão para Covaxin.

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
2 de jul. de 2021
1 min de leitura

Demitido nesta semana após ser revelado o possível esquema de propina em que o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou US$ 1 por dose de vacina, Roberto Ferreira Dias foi o responsável por aprovar e autorizar a reserva de R$ 1,61 bilhão para o pagamento da Covaxin.


Segundo informações da Folha de S.Paulo, ele destravou o dinheiro em 22 de fevereiro deste ano, em um momento em que faltavam documentos básicos para o negócio, como contrato e regularidade fiscal na Índia.


Dias ocupou o cargo de diretor do Departamento de Logística em Saúde desde o início do governo Bolsonaro. Ele chegou à função em 8 de janeiro de 2019, por indicação atribuída ao deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. O congressista nega.

 
 
 

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