Caiado afirma que PSD terá candidato próprio à Presidência e descarta ser vice em 2026
- Vandinho

- há 42 minutos
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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou neste sábado (14) que o Partido Social Democrático (PSD) terá candidato próprio à Presidência da República nas eleições nacionais e descartou a possibilidade de o partido participar da disputa apenas como vice em alguma chapa.
A declaração foi dada durante um evento de filiação partidária realizado em Goiás. Segundo o governador, a sigla pretende disputar o comando do país com candidatura própria.
“O PSD vai lançar candidato à Presidência da República. Vai lançar. Não existe dúvida alguma. O PSD não será vice nem acessório de nenhum outro candidato. O PSD lançará candidato para disputar a Presidência da República. Nem vice nem nada. Presidente”, afirmou Caiado.
Disputa interna no PSD
Apesar de ser apontado como um dos principais nomes da legenda para a corrida presidencial, Caiado pode enfrentar concorrência dentro do próprio partido. Entre os possíveis pré-candidatos também estão o governador do Paraná, Ratinho Júnior, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Caiado afirmou que existe um acordo entre os três líderes para manter a unidade da legenda, independentemente de quem for escolhido para disputar o cargo.
“Já tem um compromisso oral entre todos nós que, independente de quem seja escolhido, os outros estarão ao seu lado. Isso já está resolvido”, declarou.
Decisão deve sair até o fim de março
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, informou que o partido pretende definir até o dia 31 de março qual será o nome que representará a sigla na disputa pelo Palácio do Planalto.
Nos últimos meses, Caiado também tem elogiado os possíveis concorrentes internos, afirmando que tanto Ratinho Jr. quanto Eduardo Leite são gestores bem avaliados. Segundo ele, a escolha do candidato deverá levar em conta o projeto político do partido e não interesses individuais.
A definição do nome deve marcar o posicionamento do PSD na corrida eleitoral nacional, em meio às articulações políticas que antecedem as eleições presidenciais. g1





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