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Defesa de Bolsonaro alega ausência de provas em julgamento por tentativa de golpe

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
26 de mar. de 2025
1 min de leitura

Foto: Gustavo Moreno/STF/TV Justiça/Reprodução


Na manhã desta terça-feira (25), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro argumentou, durante o julgamento da denúncia por tentativa de golpe de Estado, que não há nenhum documento que comprove a participação dele nos fatos alegados.


O advogado Celso Sanchez Vilardi sustentou que crimes contra a democracia seriam “impossíveis” no caso, uma vez que os eventos tiveram início em dezembro de 2021, durante o próprio governo Bolsonaro.


Além disso, destacou que a denúncia se baseia em um volume de 45 mil documentos, que foi classificado como uma “quebra-cabeça exposta à defesa”.


A defesa também afirmou que o caso deveria ser julgado no plenário do STF e negou qualquer ligação do ex-presidente com os supostos planos “Punhal Verde e Amarelo” e “Operação Copa 2022”. Questionou ainda a validade da delação de Mauro Cid, argumentando que o conteúdo deve ser corroborado por provas concretas. “O delator tem que falar, e o Estado tem a obrigação de apresentar as provas”, disse.


Por fim, o advogado de Bolsonaro rejeitou a acusação de que o ex-presidente seria líder de uma organização criminosa, ressaltando que ele não participou dos atos de 8 de janeiro e, ao contrário, os repudiou. A defesa pediu, portanto, a rejeição da denúncia. g1



 
 
 

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