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Deputado Glauber Braga (Psol) é retirado à força após ocupar cadeira da presidência da Câmara; assista vídeo

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 10 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

 O deputado Glauber Braga, do PSOL tomou a força na terça-feira (9) a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados, após o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar que será analisado na próxima semana um processo que pode cassar o mandato de Braga.


O episódio ocorreu durante a sessão de debates e Braga se recusou a sair, forçando a interrupção das atividades do Plenário.


Em uma decisão inédita, a Casa decidiu  cortar o sinal da transmissão pela TV e a Polícia Legislativa retirou a imprensa do plenário. Imagens do ocorrido foram registradas  por parlamentares com celulares.


Era início da noite quando a Polícia Legislativa se aproximou da Mesa Diretora, cercou o deputado Glauber Braga, do PSOL, para convencê-lo a deixar a cadeira da presidência.


Parlamentares aliados acompanhavam a conversa, quando os policiais avançaram sobre o deputado. Glauber Braga tentava se desvencilhar, enquanto deputados aliados buscavam impedir as agressões.


Durante a confusão, a deputada Célia Xakriabá, também do PSOL, chegou a cair. Foram mais de dois minutos até que a Polícia Legislativa retirou Glauber à força da cadeira da presidência. O terno do deputado rasgou, enquanto os colegas tentavam acalmá-lo.


“Não é liberdade: É abuso”


O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a ocupação da cadeira da Presidência da Casa no Plenário pelo deputado Glauber Braga (Psol-RJ) foi um desrespeito à instituição e ao Legislativo.


“A cadeira da Presidência não pertence a mim. Ela pertence à República. Pertence à democracia. Pertence ao povo brasileiro. E nenhum parlamentar está autorizado a transformá-la em instrumento de intimidação, espetáculo ou desordem. Deputado pode muito, mas não pode tudo. Na democracia, ele pode tudo dentro da lei e dentro do Regimento. Fora disso, não é liberdade: é abuso”, disse.


Segundo Motta, há um equívoco grave na postura de quem acredita que democracia só existe quando o resultado lhe agrada. “Quem se diz defensor da democracia, mas agride o funcionamento das instituições, vive da mesma lógica dos extremistas que tanto critica. O extremismo não tem lado porque, para o extremista, só existe um lado: o seu”, disse.


As imagens a seguir foram postadas pelo Portal Terra, no Youtube


 
 
 

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