Em restruturação, PF diz que prioridade é combater milícias, corrupção e crimes ambientais.


Paulo Maiurino, diretor-geral da Polícia Federal, nomeado por Bolsonaro (Foto: TV Globo).
Sob nova direção, a Polícia Federal está passando por uma nova restruturação. Três temas foram definidos como prioritários nessa mudança: investigação intensa nas áreas da milícias e facções criminosas, da corrupção e do crimes ambientais.
Segundo a nova gestão, comandada pelo delegado Paulo Maiurino, diretor-geral da PF que foi nomeado por Jair Bolsonaro, a reestruturação interna já em andamento vai criar ou elevar postos relacionados a esses temas.
O chefe que cuida de inquéritos contra políticos, por exemplo, vai ter acréscimo de salário com mudança de status do setor. As alterações vão acontecer na Dicor (Diretoria de Investigação e Combate à Organização Criminosa). Está prevista também a criação de dois núcleos, contra roubos a bancos e a cargas.
As investigações de crimes eleitorais vão agora para outro setor, que abriga a área de crimes cibernéticos. O argumento para a mudança é que, atualmente, as irregularidades eleitorais estão relacionadas à fake news ou à ações ilícitas nas redes.
A reestruturação em andamento é totalmente diferente do que a gestão anterior havia definido. Antes, seriam criadas uma diretoria específica para combate ao tráfico de drogas e outra para corrupção.
A mudança nunca saiu do papel, à época, travada pelo Ministério da Economia. As informações são da Folha de S.Paulo.




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