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EUA manda aviso ao Brasil e promete ofensiva contra CV e PCC; confira

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 20 de abr.
  • 2 min de leitura
© The White House via X Account/Anadolu via Getty Images
© The White House via X Account/Anadolu via Getty Images

Ogoverno dos Estados Unidos enviou um recado direto ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sobre uma possível mudança na forma de lidar com o crime organizado brasileiro.


Durante uma reunião, autoridades norte-americanas informaram que Washington está avançando na intenção de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula.

 

Segundo o Departamento de Estado, esses grupos movimentam grandes volumes de dinheiro por meio de esquemas de lavagem, e uma classificação mais rígida permitiria ampliar o combate financeiro contra essas organizações.


A medida facilitaria ações para bloquear recursos e dificultar o acesso dessas facções ao sistema financeiro internacional.


O aviso prévio ao Brasil foi interpretado como uma “deferência”, já que nem todos os países receberam esse tipo de comunicação antecipada. O México, por exemplo, não foi informado antes de os Estados Unidos classificarem seis cartéis como terroristas.


Caso se concretize, a inclusão de CV e PCC na lista de organizações terroristas estrangeiras (FTOs) representará uma mudança significativa na política externa americana para a América Latina.


Esse enquadramento ativa mecanismos mais rigorosos do Departamento do Tesouro, permitindo o congelamento imediato de ativos em território americano e proibindo qualquer tipo de apoio material por indivíduos ou entidades sob jurisdição dos EUA. Na prática, isso cria obstáculos relevantes para o uso do sistema bancário global por esses grupos.


A iniciativa, no entanto, coloca o Brasil em uma posição diplomática sensível. O governo Lula e o Ministério da Justiça e Segurança Pública defendem tradicionalmente que o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação policial, e não como uma questão de segurança nacional internacionalizada.


A resistência brasileira se baseia no receio de que essa classificação abra margem para intervenções externas ou sanções indiretas, o que poderia impactar a soberania do país, além de gerar reflexos na economia e no setor de turismo. Noticias ao Minuto


 
 
 

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