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Ex-juiz da Lava Jato é visto furtando champanhe francesa de R$ 400 - Em Blumenau/SC

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 18 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O circuito de câmeras de segurança de um supermercado em Blumenau, em Santa Catarina, registrou imagens que mostram o juiz Eduardo Appio, que sucedeu o senador Sérgio Moro na Operação Lava Jato, supostamente furtando uma garrafa de champanhe francesa Moët Chandon, avaliada em mais de R$ 400.


Em razão do episódio, o magistrado foi afastado do cargo e passou a ser alvo de um Processo Administrativo Disciplinar, que tramita na Corte Especial Administrativa do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

 

Ao Estadão, Appio afirmou que o “vídeo é fraudulento” e que pretende “provar isso assim que for intimado pelo TRF4 para se manifestar”. “Estou no sistema judicial há 31 anos e confio na Justiça”, declarou o juiz.


Em 2023, Appio ganhou notoriedade ao assumir a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, berço da Lava Jato, e por entrar em confronto com o então ministro da Justiça Sérgio Moro, hoje senador pelo União Brasil do Paraná, que comandou os processos da operação por cinco anos.


Appio sucedeu Moro na 13ª Vara e rapidamente se tornou um desafeto do senador.

No vídeo, com cerca de 20 minutos, ao qual o Estadão teve acesso, é possível ver o juiz circulando pelos corredores do supermercado no dia 18 de outubro de 2025. Ele veste camiseta azul e bermuda. Em determinado momento, para no setor de bebidas e pega uma garrafa de champanhe.


Em seguida, continua caminhando pelo mercado com a garrafa na mão e depois coloca a bebida dentro de uma sacola.


Logo depois, desce uma rampa em direção ao estacionamento, mas é abordado por dois seguranças antes de deixar o local.


Escoltado pelos vigilantes, Appio retorna ao supermercado e é conduzido a uma sala. Um dos seguranças retira a garrafa da sacola e a coloca sobre uma mesa.


O juiz então mostra um cartão aos funcionários, aparentemente indicando a intenção de pagar pela champanhe que teria subtraído.


O processo disciplinar contra Appio foi instaurado com base em um boletim de ocorrência da Polícia Civil de Santa Catarina, que atribui a ele o furto de garrafas de champanhe Moët Chandon. Estadão


 
 
 

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