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Filho de casal de pastores mata mulher grávida para não assumir paternidade

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
6 de fev. de 2022
2 min de leitura

O principal suspeito de ter esfaqueado e matado uma mulher grávida por não querer assumir a paternidade foi preso na última sexta-feira (4) em Rolim de Moura (RO). Segundo a Polícia Civil, o homem tinha um relacionamento extraconjugal com Antonieli Nunes Martins, de 32 anos.

Gabriel Henrique Santos Souza Masioli, de 28 anos, compareceu à delegacia de Rolim de Moura, confessou o crime. No primeiro momento, não ficou preso porque já havia passado o período de flagrante, no entanto, na sexta-feira (4), ao ser informado da prisão decretada pela Justiça de Pimenta Bueno, se apresentou à polícia e foi preso.


Segundo a polícia, ele é filho de pastores evangélicos da cidade, é casado e tem um filho. O crime causou muita revolta entre os moradores.


A Polícia Civil segue investigando o caso, mas segundo o delegado responsável, o inquérito vai seguir em sigilo judicial e o suspeito deve ser indiciado por feminicídio, com agravantes pela vítima estar grávida e pelo crime ser cometido por motivo torpe.


Crime


O corpo de Antonieli foi encontrado na quinta-feira (3), após os parentes irem na casa dela para verificar o que estava acontecendo, pois a mulher não apareceu para trabalhar e nem respondia mais as mensagens de celular.


Ao entrarem na casa, que estava com a porta destrancada, os parentes se depararam com a mulher morta em cima da cama.


Após o início da investigação, a polícia descobriu que Antonieli e um colega de trabalho tinham se encontrado durante a noite de quarta-feira (3), na residência onde ela morava. Na ocasião, teria ocorrido uma discussão entre eles e o suspeito teria estrangulado a vítima e dado uma única facada no pescoço dela.


Testemunhas contaram à Polícia Civil que Antonielli e o suspeito trabalhavam juntos e recentemente a vítima havia descoberto que estava gravida e desde então, cobrava que os suspeito assumisse a paternidade.


A Polícia Civil disse à Rede Amazônica que o crime foi motivado por um único objetivo: o suspeito queria esconder a gravidez dela. // Fonte: G1


 
 
 

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