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Funcionária acusa ministra de obrigá-la a fazer massagens íntimas; confira

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
20 de abr. de 2025
1 min de leitura

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu uma medida protetiva a uma funcionária da embaixada do Zimbábue, após ela denunciar uma série de abusos cometidos, segundo afirma, pela ministra conselheira Rutendo Faith Sagwete. As informações são do portal G1.

A funcionária Monalisa Maparura, de 27 anos, chegou a ser considerada desaparecida antes de buscar apoio. A jovem denunciou que enfrentava longas e desgastantes jornadas de trabalho, além de ter sua alimentação rigidamente controlada.


Entre as acusações mais graves, ela afirma ter sido forçada a realizar “massagens íntimas” na diplomata. Atualmente, Monalisa encontra-se acolhida em um local com endereço confidencial, por medida de segurança. 


O Ministério das Relações Exteriores, por meio de nota, informou que está ciente dos acontecimentos, embora não tenha recebido comunicação oficial sobre a decisão judicial que concedeu a medida protetiva.



 
 
 

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