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Indígena de 11 anos sofre estupro coletivo e é jogada de penhasco - Em Dourados/Mato Grosso do Sul.

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
12 de ago. de 2021
1 min de leitura

Os cinco suspeitos de terem estuprado e jogado de um penhasco, na segunda-feira (09/08), uma menina indígena da etnia Guarani Kaiowá, próximo a aldeia Bororó, em Dourados, no Mato Grosso do Sul, tiveram suas prisões preventivas decretadas nesta quarta-feira (11/08).


Conforme o G1, os dois homens foram encaminhados para a penitenciária estadual de Dourados, e os três adolescentes, de 13, 14 e 16 anos, foram para a Unidade de Educação de Internação (Unei), na mesma cidade.


A prisão preventiva foi deferida pelo juiz Eguiliell Ricardo da Silva, da 3ª Vara Criminal de Dourados. Segundo o delegado Erasmo Cubas, responsável pelas investigações, os cinco envolvidos vão responder por estupro de vulnerável e homicídio qualificado. E o tio da vítima também deve responder por feminicídio.


A indígena de 11 anos sofreu estupro coletivo e morreu após ser jogada de um penhasco na aldeia Bororó, em Dourados, na madrugada de segunda-feira (09/08).


Entre os 5 suspeitos, dois adolescentes confessaram ter levado a vítima para perto do penhasco. Depois chegaram mais 3 pessoas, inclusive outro adolescente, para participar do estupro.


A vítima foi forçada a tomar bebida alcoólica e desmaiou, mas retomou a consciência. Ainda segundo o G1, no interrogatório, eles contaram que a menina gritava por socorro e prometeu denunciá-los, por isso foi assassinada.

 
 
 

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