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Israel acusa Hamas de quebrar acordo e volta a atacar Gaza

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
1 de dez. de 2023
1 min de leitura

De acordo com o gabinete de Netanyahu, o Hamas não libertou todas as mulheres que eram reféns e ainda lançou foguetes contra Israel.


“Com o recomeço dos combates, enfatizamos que o governo israelense está empenhado em alcançar os objetivos da guerra: libertar os nossos reféns, eliminar o Hamas e garantir que Gaza nunca representará uma ameaça para os residentes de Israel”, postou o gabinete do primeiro-ministro.


Já o Hamas diz que Israel não aceitou proposta para libertar mais prisioneiros e os cadáveres de uma família israelense morta em ataques aéreos do país. Em comunicado, o grupo afirmou que os israelenses recusaram “todas estas ofertas porque tinham [tomado] decisão prévia de retomar a sua agressão criminosa contra a Faixa de Gaza”.


Assim, cerca de 30 minutos após o fim do cessar-fogo, às 7h30 do horário local (2h30, horário de Brasília), Israel iniciou um ataque aéreo no sul de Gaza, em locais como a comunidade de Abassan, a leste da cidade de Khan Younis. Uma casa a noroeste da Cidade de Gaza também foi atingida.


Da fronteira, era possível ouvir explosões e ver uma fumaça preta saindo da área de Gaza.

Por outro lado, em Israel, sirenes para aviso de bombas foram acionadas, dando a entender que o Hamas também recomeçou seus ataques.


Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, 14 palestinos acabaram mortos nesse retorno de ataques aéreos. O site Al Jazeera falou em seis mortos em Rafah e Khan Younis, além de sete vítimas na área de Maghazi.


Antes dos ataques, há a distribuição de panfletos pedindo que moradores civis de certas áreas de Khan Younis deixem suas casas.

(Metro 1)




 
 
 

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