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Jair Bolsonaro reduz IPI, incentiva o aumento de empregos e produção no Brasil

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
1 de mar. de 2022
2 min de leitura

O Governo Federal publicou, nesta sexta-feira (25/02), a redução de até 25% no Imposto sobre Produtos Industrializados de automóveis e eletrodomésticos.


O desconto linear no imposto incentiva o aumento da produção e a desoneração no bolso dos consumidores. Reduzir impostos é bom para os estados, porque é bom para todos.


O Estado é gigante e muito pesado para os brasileiros. Reduzir impostos é reduzir o impacto no bolso de todos


Com menor carga tributária, todos podem comprar mais. Aumentando o consumo, aumenta a demanda, o que aumenta a produtividade. Com maior produtividade, as empresas empregam mais e investem mais, podendo assim reduzir a inflação no Brasil.


Com isso, os estados ganham em tributos — e o país como um todo ganha em desenvolvimento.


Nossa preocupação é o bem do povo. Não estamos trabalhando para um governo, mas para um país. Para uma Nação. Para a nossa Pátria.


A medida não precisa de aprovação do Congresso Nacional e vale para produtos como refrigeradores, freezers, fogões, máquinas de lavar e secar, carros, além de outros eletrodomésticos. Com a mudança, possibilidade de produtos mais baratos para quem precisa e carga tributária mais leve para empresas da indústria e do comércio.


As mudanças adotadas representam uma diminuição da carga tributária de:

R$ 19,5 bilhões para 2022;

R$ 20,9 bilhões para 2023;

R$ 22,5 bilhões para 2024.


A meta do Governo Federal é incentivar a indústria nacional e o comércio, reaquecer a economia e gerar empregos. Medida pôde ser adotada graças à arrecadação federal recorde em janeiro de 2022, que somou R$ 235,3 bilhões.


A redução de até 25% do imposto (IPI) dos produtos da linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar, etc) e automotivos é uma vitória de todo o Brasil!


Vamos trocar o eixo dos créditos de IPIs para os créditos de carbono, já na reforma tributária.


A região Norte, em especial a Zona Franca de Manaus, será a maior beneficiária, pois possui entre 18,5% e 25% do mercado mundial dos créditos de carbono.


O Programa de Crescimento Verde (US$ 1 bilhão) e os créditos de carbono (em torno de US$ 20 bilhões por ano) vão estimular as vantagens competitivas da região Amazônica.

 
 
 

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