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Longevidade. As pequenas mudanças que vão dar-lhe anos de vida

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 4 de jan.
  • 2 min de leitura

Se você quer viver mais anos, é importante cuidar da sua saúde. Existem alguns hábitos que podem fazer toda a diferença e contribuir para o aumento da longevidade. Um especialista na área revelou o que pode ser mudado no dia a dia.

 

Marcos Apud, que já escreveu um livro sobre o tema, compartilhou com o agregador de blogs HuffPost algumas mudanças que podem ser fundamentais.


“É preciso modificar hábitos ligados aos nossos pilares fundamentais de bem-estar, como sono, alimentação, atividade física, gestão do estresse, suplementação, conexão com a natureza e higiene eletromagnética”, afirma o especialista.


“Usamos o corpo como um laboratório pessoal, medindo como diferentes mudanças na dieta, na exposição à luz solar, no treinamento, na suplementação ou no sono impactam a nossa biologia”, completa.


Pequenas mudanças, grandes diferenças


Uma das estratégias apontadas está relacionada ao jejum. “Ele traz benefícios físicos, mentais e emocionais e pode ser aplicado em qualquer fase da vida. Seu impacto é sistêmico, beneficiando o corpo, a mente e a alma.”


O cérebro também tem um papel fundamental na longevidade. Para melhorá-lo, o especialista explica que uma dieta anti-inflamatória é a mais indicada.


“A prática sistemática do jejum, assim como o treino de força, não apenas melhora a condição física, como também está relacionada à prevenção da perda de massa cerebral associada ao envelhecimento.”


Ele acrescenta ainda que “é essencial exercitar a memória visual e auditiva e expandir o vocabulário aprendendo novas palavras”, tudo isso para ajudar a prevenir sintomas de doenças neurodegenerativas como demência, Parkinson e Alzheimer.


O que fazer todos os dias para melhorar a saúde do cérebroSegundo a Universidade de Melbourne, na Austrália, citada pelo site BestLife, “as doenças que afetam o cérebro e o sistema nervoso causam mais mortes e problemas de saúde em nível mundial do que as doenças cardiovasculares e os cânceres”. Fazer mudanças nos hábitos pode ajudar a reduzir significativamente esse risco.


Quer um exemplo?


Joyce Gomes-Osman, personal trainer, destaca a importância de praticar cerca de 30 minutos de exercício por dia. A atividade física “mantém e melhora a saúde do corpo, expandindo os pulmões, acelerando a circulação e promovendo o crescimento dos músculos e dos ossos”.


Além disso, “o exercício pode contribuir para o crescimento do cérebro e para o desenvolvimento equilibrado das funções mentais”, acrescenta.


Também é importante mencionar que alguns estudos já demonstraram que “pessoas que praticam atividade física regularmente podem ter até 20% menos chances de desenvolver demência do que aquelas que não se exercitam com frequência”, segundo o site da Alzheimer’s Society.


Aaron Bonner-Jackson, neuropsicólogo, explica ainda que o exercício regular pode ter um impacto positivo no hipocampo, “uma área do cérebro muito importante para a memória”, além de ajudar a reduzir e controlar o estresse e seus efeitos negativos. Noticias ao Minuto


 
 
 

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