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Padre Robson e Afipe usavam 'laranjas' para desviar verbas oriundas de doações de fiéis, diz MP.

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
24 de ago. de 2020
1 min de leitura

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) constatou que o Padre Robson e a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), criada e até então presidida por ele, usavam de "laranjas" e empresas de fachadas para desviar recursos oriundos de doações de fiéis e lavar dinheiro da entidade.


Conforme as investigações da Operação Vendilhões, deflagrada na última sexta-feira (21), Padre Robson, pediu afastamento das funções, "criou várias associações com nome de fantasia Afipe ou similar, com a mesma finalidade, endereço e nome, e que, por meio de alterações estatutárias, gradativamente, assumiu o poder absoluto sobre todo o patrimônio das Afipes".


Segundo o G1, em um vídeo gravado em sua rede social, o padre Robson disse que não houve qualquer irregularidade e se afastou das funções da associação para colaborar com as investigações do Ministério Público.

 
 
 

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