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PF identifica pagamentos de Augusto Lima a nome ligado ao Governo da Bahia

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    Vandinho
  • há 51 minutos
  • 1 min de leitura
Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

O ex-CEO do Banco Master, Augusto Lima, é apontado em investigações como responsável por operar um suposto esquema de pagamento de propina a empresas que teriam políticos como sócios ocultos.


De acordo com apuração da Polícia Federal, uma das empresas que teriam recebido recursos estaria registrada em nome da esposa de um secretário de Estado com conexões políticas com o PT na Bahia.


Segundo a coluna de Andreza Matais, publicada no portal Metrópoles, informações obtidas a partir da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro indicam a dimensão dos valores movimentados no suposto esquema.


Relatos apontam que Augusto Lima teria coordenado pagamentos de propina por meio de repasses em dinheiro vivo, incluindo malas de dinheiro distribuídas na sede do banco, em São Paulo, além de transferências para empresas que, segundo as investigações, poderiam ter políticos como sócios ocultos.


Lima chegou a ser preso por 11 dias, entre 18 e 29 de novembro de 2025, sendo posteriormente liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com a imposição de monitoramento por tornozeleira eletrônica. O ex-executivo também é controlador do Banco Pleno.


Além de possíveis conexões com o PT, dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicam que uma empresa ligada ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, do União Brasil, teria recebido cerca de R$ 3,6 milhões do Banco Master e da Reag Investimentos. Em manifestação pública, ACM Neto afirmou que os valores se referem à prestação de serviços de consultoria ao banco. g1


 
 
 

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