Prefeitos ajudaram acabar com as maiores festas privadas da Bahia e agora discutem teto de gastos no São João
- Vandinho

- 5 de fev.
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Por um lado, nesse assunto quem ganhou foi o povo que, a princípio, só curtiriam shows de artistas considerados de peso em festas privadas, mas com as gastanças desenfreadas e investimentos no marketing pessoal dos gestores, acabou o dinheiro.
O assunto será menos discutido no ano que seus nomes estarão buscando suas reeleições, neste ano é hora de fazer diferente e reclamar.
Motivo de pauta entre prefeitos na UPB
Na tarde dessa quarta-feira (4), em reunião realizada na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), uma Comissão de Prefeitos se reuniu para discutir a contratação de atrações artísticas para os festejos juninos de 2026.
O encontro teve como principal pauta a definição de critérios e limites de gastos, resultando na construção de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com parâmetros acordados entre os gestores municipais e o Ministério Público.
Durante a reunião, os prefeitos chegaram a um consenso sobre os valores que poderão ser praticados pelas atrações na Bahia. Ficou definido que o teto máximo será de R$ 700 mil por apresentação, sendo que artistas que se apresentaram no ano anterior não poderão ter reajuste superior à inflação.
Além disso, foi proposto que os municípios não tenham gastos com eventos em 2026 acima da inflação, devem do respeitar como base o valor executado em 2025 acrescido apenas do índice inflacionário.
Um dos pontos acordados foi que as Parcerias Público-Privadas (PPPs) também deverão seguir esses critérios e limites, assegurando transparência e equilíbrio nos contratos. O objetivo central das medidas é preservar o erário público, evitar a prática de cartel nos cachês cobrados pelos empresários dos artistas e poder destinar recursos a áreas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura, sejam comprometidos.








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