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Presidente do TJ-BA se reúne com a Microsoft para debater uso de inteligência artificial no judiciário

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
27 de fev. de 2024
2 min de leitura

Foto: TJ-BA


O debate de ideias e a identificação de aspectos que podem ser potencializados com o uso da inteligência artificial no judiciário baiano foram colocados em pauta no encontro entre a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, e a Microsoft Brasil. 


 Entre as inovações tratadas no encontro, que ocorreu na última sexta-feira (23), esteve o uso de uma tecnologia capaz de ler a petição inicial, catalogar e impulsionar a citação. “Precisamos de algo assim, que possa auxiliar a produtividade do magistrado, especialmente no Primeiro Grau”, disse a chefe do Judiciário baiano.

 

A Microsoft Brasil esteve representada pela vice-presidente de Vendas para Setor Público, Educação e Saúde, Alessandra Karine. Também participou da reunião a Executiva de Contas para Governos, Ana Carla Marques. 

 

Ao falar sobre a agilidade na análise de processos judiciais, o responsável pela Secretaria de Tecnologia, Informação e Modernização (Setim) do TJ-BA,?Ricardo Neri,?frisou: “o desafio é grande, porque precisamos de soluções que encurtem esse tempo”. Nesse sentido, foi discutida a utilização de uma ferramenta resumidora de petição, com vistas a obter maior eficácia no exercício?dessa tarefa.

 

Outros pontos discutidos envolveram a criação de um sistema de controle para a Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp), bem como o aprimoramento do editor de texto do Processo Judicial Eletrônico (PJE).

 

Na ocasião, a executiva Ana Carla Marques externou a importância de expandir ferramentas que possam ser usadas nas outras áreas da organização, para além do setor de Tecnologia da Informação (TI). “A ideia é que esses novos modelos, sejam de fácil uso e os usuários em áreas separadas tenham possibilidade de desenvolver pequenas coisas que os ajudem a ser mais rápidos”, frisou.  

 

O TJ-BA já desenvolveu uma série de projetos de inteligência artificial, a exemplo do Robô Haia, que identifica petições, classifica os processos na tarefa específica e prepara as minutas para revisão e assinatura do magistrado. BN




 
 
 

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