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Preso por tráfico, ex-atacante do Vitória tem julgamento marcado

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 4 de jan.
  • 2 min de leitura

Preso há 202 dias por tráfico de drogas e associação criminosa, o atacante Mateus Gonçalves, campeão da Série B e do Baianão pelo Vitória, teve o julgamento do seu caso marcado para 12 de fevereiro de 2026 pela Justiça de Caarapó (MS) na última semana.


O atleta está em cárcere na Penitenciária Estadual de Dourados, no Mato Grosso do Sul e teve o pedido negado pela Justiça para ter a prisão revogada. Nas redes sociais, a defesa do jogador publicou uma nota, destacando que "ninguém pode ser considerado culpado antes do trânsito em julgado".


Detalhes da prisão


A prisão aconteceu no dia 10 de junho, na MS-156, no município de Juti, região próxima à divisa entre Brasil e Paraguai. Durante uma operação de rotina, policiais militares rodoviários identificaram dois automóveis trafegando em velocidade elevada. Ao receberem sinal de parada, os condutores ignoraram a ordem e tentaram seguir viagem.


Segundo informações da corporação, Mateus Gonçalves conduzia um HB20 acompanhado de Luiz Henrique Pereira. A dupla teria a função de batedora, dando suporte ao casal Joice Costa e Moisés Moraes Martins, que seguia em outro veículo carregando 187,2 quilos de maconha.


Luiz Henrique, que ocupava o banco do passageiro, afirmou atuar como assessor do ex-jogador. Apesar de optar pelo silêncio durante o depoimento na delegacia, ele revelou no momento da abordagem policial que receberia R$ 2 mil pelo trabalho.


Já Joice Costa e Moisés Moraes Martins admitiram a prática do crime. Eles relataram que o transporte da droga tinha como objetivo quitar uma dívida da mulher com traficantes. De acordo com o casal, o automóvel com o entorpecente foi retirado em uma cidade localizada na fronteira com o Paraguai.


Ainda conforme os depoimentos, Joice e Moisés disseram não ter vínculo com o ex-atleta nem com o assessor, mas sabiam que ambos atuavam como batedores.


Além da droga, a polícia recolheu dois rádios comunicadores, R$ 1,8 mil em espécie, quatro aparelhos celulares e os veículos utilizados na ação. Após audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva, e os envolvidos permanecem detidos desde então. A Tarde


 
 
 

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