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Salvador e RMS chegam a mil mortes por armas de fogo em 2025

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • 14 de out.
  • 1 min de leitura
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Salvador e os municípios da Região Metropolitana da capital registraram 1.000 mortes por armas de fogo entre 1º de janeiro e 6 de outubro de 2025, segundo o Instituto Fogo Cruzado.


O milésimo caso foi o do adolescente Gabriel Silva, de 17 anos, baleado durante a 15ª Caminhada da Diversidade, no bairro da Engomadeira, em Salvador.


Do total de vítimas, 94% eram homens e 6% mulheres. A maioria era adulta, com 35 adolescentes, sete idosos, dois bebês ainda no útero, uma criança e uma pessoa sem idade registrada. Quanto à raça/cor, 51% eram negras, 2% brancas e 47% sem informação disponível.



Entre as ocupações das vítimas, estavam cinco agentes de segurança, dez mototaxistas, quatro entregadores/motoboys, quatro motoristas por aplicativo, dois rifeiros, dois vendedores ambulantes, um político e uma gestante.


Quanto às circunstâncias das mortes, 451 ocorreram em ações policiais, 60 em roubos ou tentativas, 58 em disputas entre grupos armados, 27 em sequestros/cárceres privados, 20 em brigas, 109 em chacinas, sete por balas perdidas e seis feminicídios.


Os locais mais frequentes foram residências (91), automóveis (30), bares (15), eventos (11), barbearias (4), transportes públicos (3) e postos de gasolina (2). Salvador lidera o ranking, com 700 mortes, seguido por Camaçari (103) e Dias D’Ávila (48).


Os bairros mais afetados em Salvador foram Fazenda Coutos e Lobato (23 mortes cada), Águas Claras, Mussurunga e Narandiba (17 cada), e Brotas e Engenho Velho da Federação (15 cada). g1

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