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Tribunal de Justiça afasta coordenadores suspeitos de usar dinheiro público para reformar academia particular - Em Salvador/BA

  • Foto do escritor: Vandinho
    Vandinho
  • há 4 dias
  • 1 min de leitura
Foto: Divulgação
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Dois servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foram afastados por 60 dias após a abertura de uma investigação por supostas irregularidades no uso de contratos públicos.


O caso envolve Pablo Martins de Castro e Allan Rosa Moreno, acusados de utilizar mão de obra paga pelo tribunal para reformar uma academia privada em Salvador, onde Allan já atuou como sócio.


Além disso, a sindicância aponta outras práticas graves, como assédio moral, desvio de diárias de viagens e simulação de postos de trabalho para gerar pagamentos indevidos.


As investigações detalham que trabalhadores terceirizados, originalmente contratados para obras do Judiciário, eram orientados a não registrar o ponto eletrônico quando eram deslocados para trabalhar na academia particular.


Pablo Martins é apontado como o mentor das ordens, enquanto Allan Moreno teria sido avisado sobre as irregularidades. Apesar do afastamento temporário para garantir a transparência do processo, os dois coordenadores vão continuar recebendo salários normalmente.


Em nota, a defesa de Pablo Martins negou todas as acusações, afirmando que as informações divulgadas não correspondem aos fatos reais. Os advogados declararam que todos os esclarecimentos serão prestados dentro do processo legal.


 
 
 

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