Trump chama Biden de 'fraco' e diz que 'China será dona' dos EUA se rival vencer eleição.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceitou formalmente a candidatura a reeleição nesta quinta-feira (27), no encerramento da Convenção Nacional do Partido Republicano. O discurso de maneira oficial abriu a corrida pela Casa Branca, com as eleições americanas marcadas para novembro.
Trump ofereceu orações às vítimas do furacão Laura, que causou estragos no estado da Louisiana nesta quinta, e disse que visitaria a região atingida nos próximos dias. O presidente e candidato também homenageou o irmão, Robert Trump, morto há quase duas semanas.
O republicano afirmou que o partido está "disposto a acolher milhões de democratas e independentes", em mais um aceno ao eleitorado oposicionista insatisfeito com a escolha de Joe Biden como candidato democrata (veja outros discursos desta noite mais adiante). Trump, inclusive, mencionou indiretamente a declaração do adversário de que os EUA vivem uma "temporada de escuridão".
Trump também disse que "são as eleições mais importantes da história dos EUA". "Nunca antes os eleitores encontraram uma escolha clara entre dois partidos, duas visões, duas filosofias e duas agendas."
Como vem fazendo desde o ano passado, Trump voltou a subir o tom com a China de Xi Jinping. O republicano disse que o país asiático terá que se responsabilizar pela pandemia de novo coronavírus, que matou mais de 180 mil pessoas nos EUA, e alfinetou o candidato opositor sobre política externa.
"A China será dona de nosso país se Joe Biden se eleger. Diferentemente dele, eu vou fazê-la completamente responsável pela tragédia que causaram", disse, ao chamar os democratas de "ameaça marxista".
Trump também reclamou das críticas que sofreu por fechar as fronteiras aéreas com a China para evitar o contágio do novo coronavírus, quando essa medida era considerada ainda precipitada. "Quando eu tomei essa atitude, Biden a chamou de histérica e xenófoba", disse.




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