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Uma policial é presa por suspeita de matar Léo Lanches - Em Salvador/BA

Foto do escritor: Vandinho
Vandinho
5 de ago.
2 min de leitura
Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

Uma policial militar foi presa temporariamente por suspeita de envolvimento na morte de Leonardo Gil Lima, de 33 anos, conhecido como Léo Lanches.


O cumprimento do mandado de prisão temporária ocorreu na tarde desta terça-feira (4), durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar.


Leonardo foi morto durante uma operação policial realizada na Rua Lessa Ribeiro, no bairro de São Cristóvão, em Salvador, no dia 23 de julho. Ele havia acabado de inaugurar uma lanchonete. Familiares acusam policiais de agirem fora da lei e de terem cometido o assassinato.


No último sábado (1º), familiares e amigos de Léo Lanches realizaram uma manifestação na Avenida Paralela, em frente ao Parque de Exposições, durante a convenção partidária do Partido dos Trabalhadores (PT) e de partidos aliados.


O caso é acompanhado pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e pela Corregedoria da Polícia Militar, que também apuram o homicídio. Nesta semana, houve uma reunião entre familiares e autoridades.


A família cobra uma investigação isenta e providências tanto do Governo do Estado quanto do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Os familiares também pedem a divulgação das imagens captadas pelas câmeras corporais (bodycams) dos policiais envolvidos na ocorrência.


A investigação está sob a responsabilidade da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com apoio da Agência de Inteligência do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.


A prisão efetuada nesta terça-feira ocorreu após a conclusão do laudo pericial emitido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), que identificou a arma de fogo de onde partiu o projétil que matou Léo Lanches.


A prisão temporária foi autorizada pelo 2º Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Salvador, após manifestação favorável do Ministério Público da Bahia.


Após a prisão, a policial foi encaminhada ao DHPP, onde deverá passar por exame de corpo de delito e audiência de custódia. Caso a decisão judicial seja mantida, ela será transferida para uma unidade prisional militar. g1


 
 
 

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